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sábado, 31 de janeiro de 2015

AMAZUL: Ecólogo Nuclear

Ecólogo nuclear?

Segundo o edital da AMAZUL, o ecólogo nuclear deve ser graduado em Curso Superior em Ecologia ou Ciências Biológicas e desenvolve atividades de pesquisa em ciências biológicas, elabora projetos, coordenam equipes, coleta, trata e analisa material biológico, dados e informações, gera conhecimentos, métodos e técnicas e divulga resultados de pesquisa.

Para estas funções, deve saber:

  • Ecologia da Paisagem: princípios e métodos. 
  • Ecologia de populações, de comunidades e de ecossistemas. 
  • Biogeografia (histórico e conceitos; métodos e aplicações).
  • Biologia da conservação: princípios e métodos. 
  • Conservação da biodiversidade: espécies, habitats, paisagem e biomas. 
  • Fragmentação de habitas e paisagens. 
  • Corredores Ecológicos.
  • Espécies ameaçadas: fatores de risco, manejo e conservação. 
  • Espécies invasoras. 
  • Unidades de Conservação. 
  • Avaliação de Impacto Ambiental. 
  • Natureza e Sociedade: Sustentabilidade, Conhecimento científico e tradicional. 
  • Sistemas Agroflorestais. 
  • Política Estadual do Meio Ambiente. (SP, no caso do cargo)
  • Planejamento Ambiental, Gestão Ambiental e Educação Ambiental
Além destas, para o concurso são exigidos os seguintes conhecimentos:

  • Princípios de física atômica: Estrutura do núcleo e isótopos. 
  • Energia de ligação. 
  • Estados excitados, estabilidade nuclear e decaimento radioativo. 
  • Radiação alfa, beta e gama. 
  • Radioatividade e meia-vida. 
  • Fontes naturais e artificiais de radiação ionizante. 
  • Reações nucleares e seções de choque.
  • Interação da radiação com a matéria: Tipos de interações dos nêutrons com a matéria. 
  • Reações de espalhamento.
  • Fissão nuclear.
  •  Interação da radiação com a matéria.
  • Combustível nuclear: 
  • Ciclo do combustível nuclear: produção de “yellow cake” e hexafluoreto de Urânio, enriquecimento isotópico, produção de pós e pastilhas de urânio.
  • Tipos de combustível nuclear, materiais e geometria. 
  • Tipos de revestimento dos combustíveis nucleares.
  • Reatores nucleares: Reação de fissão nuclear em cadeia. 
  • Controle da reação em cadeia. 
  • Materiais, componentes e funcionamento dos reatores nucleares tipo PWR. 
  • Termodinâmica de reatores nucleares e ciclo de Rankine.
  •  Transferência de calor e fenômenos hidráulicos em reatores nucleares. 
  • Fluxo de calor crítico. 
  • Rejeitos radioativos.
  •  Sistemas de remoção do calor residual e injeção em emergência. 
  • Físico-química de processos importantes para a segurança.


Algumas informações úteis relacionando a função do ecólogo com a energia nuclear:

publicação Managing Environmental and Health Impacts of Uranium Mining

Case study: Poços de Caldas waste rock disposal, Brazil ..................................................92
3.2. Environmental impact assessment (EIA) ....................................................................102
Case study: Moore Ranch Supplemental Environmental Assessment, United States...103
References ..............................................................................................................................108
3.4. Environmental monitoring ............................................................................................113
Case study: Athabasca Working Group, Canada ..............................................................115
References ..............................................................................................................................116




publicação EFEITOS DO IMPACTO DO SISTEMA DE RESFRIAMENTO DA USINA NUCLEAR DE ANGRA DOS REIS NA COMUNIDADE DE PEIXES DE COSTOES ROCHOSOS ˜
T. P. Teixeira & L.M., Neves; F.G., Ara´ujo

publicação Detecçao de tracos de radioisotopos no meio ambiente
Sergio Andres Arguello et al

publicação A contaminação do Oceano Pacífico fragilizará a cadeia alimentar
Gaëlle Dupont


publicação: RIMA PROJETO SANTA QUITÉRIA. RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL
PROJETO SANTA QUITÉRIA - SANTA QUITÉRIA, CE. FEVEREIRO/2014

publicação Na contramão da história?
April 14, 2011
Debate organizado pela Fundação Heinrich Böll aborda programa nuclear e política energética no Brasil

BOM: A volta da energia nuclear

O nióbio é ‘nosso’ e os resíduos radioativos/tóxicos também, artigo de Norbert Suchanek
Publicado em dezembro 21, 2012 por Redação



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Comissão aprova royalties sobre produção de energia por usinas nucleares

De acordo com o texto, estados e municípios vão receber compensação equivalente a 6% do faturamento bruto das usinas nucleares.
http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/CIDADES/455362-COMISSAO-APROVA-ROYALTIES-SOBRE-PRODUCAO-DE-ENERGIA-POR-USINAS-NUCLEARES.html

Comissão aprova royalties sobre produção de energia por usinas nucleares
De acordo com o texto, estados e municípios vão receber compensação equivalente a 6% do faturamento bruto das usinas nucleares.

TV CÂMARA
Dep. Marcelo Matos (PDT-RJ)
Matos: atividade nuclear traz ônus para cidades, que devem receber compensação.
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira (23) proposta que prevê compensação financeira de 6% sobre o faturamento bruto de usinas nucleares para produção de energia elétrica. A compensação será destinada a estados e municípios onde há instalações nucleares produtoras.

O benefício também vale para municípios vizinhos àqueles com usinas nucleares; onde ocorra a extração de urânio usado nas usinas; e onde haja depósitos de rejeitos radioativos.

O texto aprovado é o substitutivo da Comissão de Minas e Energia ao Projeto de Lei 744/11, do deputado Fernando Jordão (PMDB-RJ).

Mudança
No texto original, o autor propõe pagamento de participação especial de 10% do faturamento bruto da exploração de energia nuclear a estados, municípios-sede, municípios vizinhos e onde forem depositados os dejetos nucleares. O substitutivo incluiu os municípios onde há extração de urânio.

A proposta inclui a regra na Lei 7.990/89, que trata da compensação financeira na exploração de petróleo, gás natural e recursos hídricos para uso elétrico, entre outros. Atualmente, a norma não obriga as usinas nucleares a pagarem royalties pela produção de energia elétrica. Diferente das empresas de geração hidroelétrica, que pagam 6,75% sobre o faturamento bruto.

Segundo o relator na comissão, deputado Marcelo Matos (PDT-RJ), o substitutivo é mais claro porque trata da compensação financeira sobre o faturamento bruto da geração de energia elétrica a partir de fonte nuclear e não sobre o faturamento de toda atividade com materiais nucleares, com as aplicações na indústria, na saúde e na agricultura.

“A atividade nuclear impõe aos estados e aos municípios onde se situam as usinas e aos municípios limítrofes pesados ônus, decorrentes da necessidade de prevenção de efeitos danosos à população em caso de acidente nuclear”, afirmou o relator.

Distribuição
Os recursos da compensação, de acordo com a proposta aprovada, serão divididos em:
- 20% para estados e Distrito Federal, segundo critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE);
- 40% para os municípios com usinas nucleares;
- 20% para os municípios vizinhos;
- 10% para os municípios onde se explora urânio para usinas nucleares; e
- 10% para os municípios com depósitos de rejeitos radioativos.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=495005
PL-744/2011
Reportagem - Tiago Miranda
Edição – Janary Júnior
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