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sábado, 31 de janeiro de 2015

AMAZUL: Ecólogo Nuclear

Ecólogo nuclear?

Segundo o edital da AMAZUL, o ecólogo nuclear deve ser graduado em Curso Superior em Ecologia ou Ciências Biológicas e desenvolve atividades de pesquisa em ciências biológicas, elabora projetos, coordenam equipes, coleta, trata e analisa material biológico, dados e informações, gera conhecimentos, métodos e técnicas e divulga resultados de pesquisa.

Para estas funções, deve saber:

  • Ecologia da Paisagem: princípios e métodos. 
  • Ecologia de populações, de comunidades e de ecossistemas. 
  • Biogeografia (histórico e conceitos; métodos e aplicações).
  • Biologia da conservação: princípios e métodos. 
  • Conservação da biodiversidade: espécies, habitats, paisagem e biomas. 
  • Fragmentação de habitas e paisagens. 
  • Corredores Ecológicos.
  • Espécies ameaçadas: fatores de risco, manejo e conservação. 
  • Espécies invasoras. 
  • Unidades de Conservação. 
  • Avaliação de Impacto Ambiental. 
  • Natureza e Sociedade: Sustentabilidade, Conhecimento científico e tradicional. 
  • Sistemas Agroflorestais. 
  • Política Estadual do Meio Ambiente. (SP, no caso do cargo)
  • Planejamento Ambiental, Gestão Ambiental e Educação Ambiental
Além destas, para o concurso são exigidos os seguintes conhecimentos:

  • Princípios de física atômica: Estrutura do núcleo e isótopos. 
  • Energia de ligação. 
  • Estados excitados, estabilidade nuclear e decaimento radioativo. 
  • Radiação alfa, beta e gama. 
  • Radioatividade e meia-vida. 
  • Fontes naturais e artificiais de radiação ionizante. 
  • Reações nucleares e seções de choque.
  • Interação da radiação com a matéria: Tipos de interações dos nêutrons com a matéria. 
  • Reações de espalhamento.
  • Fissão nuclear.
  •  Interação da radiação com a matéria.
  • Combustível nuclear: 
  • Ciclo do combustível nuclear: produção de “yellow cake” e hexafluoreto de Urânio, enriquecimento isotópico, produção de pós e pastilhas de urânio.
  • Tipos de combustível nuclear, materiais e geometria. 
  • Tipos de revestimento dos combustíveis nucleares.
  • Reatores nucleares: Reação de fissão nuclear em cadeia. 
  • Controle da reação em cadeia. 
  • Materiais, componentes e funcionamento dos reatores nucleares tipo PWR. 
  • Termodinâmica de reatores nucleares e ciclo de Rankine.
  •  Transferência de calor e fenômenos hidráulicos em reatores nucleares. 
  • Fluxo de calor crítico. 
  • Rejeitos radioativos.
  •  Sistemas de remoção do calor residual e injeção em emergência. 
  • Físico-química de processos importantes para a segurança.


Algumas informações úteis relacionando a função do ecólogo com a energia nuclear:

publicação Managing Environmental and Health Impacts of Uranium Mining

Case study: Poços de Caldas waste rock disposal, Brazil ..................................................92
3.2. Environmental impact assessment (EIA) ....................................................................102
Case study: Moore Ranch Supplemental Environmental Assessment, United States...103
References ..............................................................................................................................108
3.4. Environmental monitoring ............................................................................................113
Case study: Athabasca Working Group, Canada ..............................................................115
References ..............................................................................................................................116




publicação EFEITOS DO IMPACTO DO SISTEMA DE RESFRIAMENTO DA USINA NUCLEAR DE ANGRA DOS REIS NA COMUNIDADE DE PEIXES DE COSTOES ROCHOSOS ˜
T. P. Teixeira & L.M., Neves; F.G., Ara´ujo

publicação Detecçao de tracos de radioisotopos no meio ambiente
Sergio Andres Arguello et al

publicação A contaminação do Oceano Pacífico fragilizará a cadeia alimentar
Gaëlle Dupont


publicação: RIMA PROJETO SANTA QUITÉRIA. RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL
PROJETO SANTA QUITÉRIA - SANTA QUITÉRIA, CE. FEVEREIRO/2014

publicação Na contramão da história?
April 14, 2011
Debate organizado pela Fundação Heinrich Böll aborda programa nuclear e política energética no Brasil

BOM: A volta da energia nuclear

O nióbio é ‘nosso’ e os resíduos radioativos/tóxicos também, artigo de Norbert Suchanek
Publicado em dezembro 21, 2012 por Redação



quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

ECOSSISTEMAS E POLÍTICAS PÚBLICAS Livro traduzido e adaptado para Internet com autorização do autor principal


http://www.unicamp.br/fea/ortega/eco/index.htm

ECOSSISTEMAS E POLÍTICAS PÚBLICAS
Livro traduzido e adaptado para Internet com autorização do autor principal


"Environmental Systems and Public Policy"
H. T. Odum, E.C. Odum, M.T. Brown, D. LaHart, C. Bersok, J. Sendzimir, Graeme B. Scott, David Scienceman y Nikki Meith (1987): Ecological Economics Program. University of Florida, Gainesville 32611, USA



Ecossistemas e Políticas Públicas
Versão em português na Internet (1997):
Laboratório de Engenharia Ecológica
Unicamp, CP 6121 Campinas-SP, Brasil
http://www.unicamp.br/fea/ortega/eco/index.htm


Conteúdo do site

 Índice Geral
 Autores e Prefácio
 Agradecimentose comentários dos tradutores e adaptadores
 Autorização especial sobre uso de certas figuras (CRC Press)
 Programas em Basic para Simulação de Ecossistemas
 Applets Java para Simulação de Ecossistemas, Versão anterior
 Este curso em Espanhol

PARTE 1 - PRINCÍPIOS E LINGUAGEM SIMBÓLICA
 Capítulo 1 - Sistemas e símbolos.
 Capítulo 2 - Os Fluxos de Energia e Materiais através dos Ecossistemas.
 Capítulo 3 - Cadeia Alimentar do Bosque de Pinheiros.
 Capítulo 4 - Níveis Tróficos e Qualidade de Energia.
 Capítulo 5 - Produção e Princípio da Máxima Potência.
 Capítulo 6 - Modelos de Crescimento.
 Capítulo 7 - Mais Modelos de Crescimento.
 Capítulo 8 - Simulando Modelos Qualitativos.
 Capítulo 9 - Sistemas Oscilatórios.
 Download da Primeira Parte deste Livro

PARTE 2 - TIPOS DE ECOSSISTEMAS
 Capítulo 10a - O Oceano.
 Capítulo 10b - O Oceano.
 Capítulo 11 - Estuários.
 Capítulo 12 - Estanques e Correntes.
 Capítulo 13 - Terras Úmidas ("Wetlands").
 Capítulo 14 - Biomas Frios.
 Capítulo 15 - Biomas Florestais Temperados.
 Capítulo 16 - Biomas de Pradarias e Desertos.
 Capítulo 17 - Biomas Tropicais.
 Capítulo 18 - Sistemas Agrícolas.
 Capítulo 19 - Plantações Florestais.
 Capítulo 20 - Sistemas Urbanos.
 Download da Segunda Parte deste Livro

PARTE 3 - O SISTEMA ECONÔMICO
 Capítulo 21 - Culturas Tribais Primitivas.
 Capítulo 22 - Energia e Economia.
 Capítulo 23 - Bases para a Economia dos Estados Unidos.
 Capítulo 24 - Sistema Econômico de um Estado dentro de um País.
 Capítulo 25 - Impacto da Economia no Meio Ambiente.
 Capítulo 26 - Combustíveis e Eletricidade.
 Capítulo 27 - Fontes Alternativas de Energia.
 Capítulo 28 - População e Capacidade de Sustentação.
 Capítulo 29 - Relações Internacionais de Intercâmbio.
 Capítulo 30 - Simulando o Futuro.
 Capítulo 31 - Um Mundo de Baixa Energia.
 Capítulo 32 - O caminho do ajuste a uma Sociedade Sustentável.
 Download da Terceira Parte deste Livro
Arquivos de fotos
Arquivo de fotos de Ecossistemas
Arquivo de fotos sobre Energia


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Fórum Brasil de Áreas Degradadas em MG

fonte: http://vivi-ambiental.blogspot.com.br/2012/12/forum-brasil-de-areas-degradadas.html


link do fórum (inscrições) www.cbcn.org.br/forum




PROGRAMA PRELIMINAR
DIA 05 JUNHO DE 2013
A partir de 07:30CREDENCIAMENTO E INSCRIÇÃO DOS PARTICIPANTES
09:00 - 9:30SOLENIDADE DE ABERTURA
09:30 - 10:15CONFERÊNCIA MAGNA
Mudanças Climáticas e da Qualidade Ambiental - Carlos Augusto Klink - Ministério do Meio Ambiente - MMA - A CONFIRMAR
10:15 - 10:30Espaço para perguntas
10:30 - 11:00 INTERVALO - CAFÉ
11:00 - 11:40Reabilitação de Áreas Degradadas no Estado de Minas Gerais - Experiência do Orgão Ambiental -
Patrícia Rocha Maciel Fernandes - FEAM -
 CONFIRMADO
11:40 - 12:00Espaço para perguntas
12:00 - 14:00INTERVALO - ALMOÇO
14:00 - 14:40Experiências de Recuperação de Áreas Degradadas como medida de Responsabilidade Socioambiental- Antônio Luiz Fonseca Abreu Jorge - Diretor Meio Ambiente - Energia Sustentável do Brasil - A CONFIRMAR
14:40 - 15:00Espaço para perguntas
15:00 - 15:40A Importância de uma Rede Brasileira de Restauração Ecológica e os Desafios Futuros frente às Interações Solo - Planta - Clima
15:40 - 16:00Espaço para perguntas
16:00 - 16:30INTERVALO - CAFÉ
16:30 - 17:10Impactos das Alterações do Código Florestal na Conservação e Restauração de Ecossistemas
17:10 - 17:30 Espaço para perguntas
18:00 ENCERRAMENTO DO 1º DIA
DIA 06 DE JUNHO DE 2013
08:00 - 08:40A Restauração Ecológica no Brasil
08:40 - 09:00Espaço para perguntas
09:00 - 09:40Integração de Aspectos Sociais, Econômicos e Ambientais na Busca da Sustentabilidade na Mineração
09:40 - 10:00Espaço para perguntas
10:00 - 10:30INTERVALO - CAFÉ
10:30 - 11:10Restauração Ecológica em Áreas Degradadas pelas Mineradoras
11:10 - 11:30Espaço para perguntas
11:30 - 12:00ENCERRAMENTO E ENTREGA DOS CERTIFICADOS

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Seminário do Corredor Ecológico Sossego-Caratinga: Conectando idéias a conservação




http://www.biodiversitas.org.br/corredorecologico/inicial.asp#noticia2

O Corredor Ecológico Sossego-Caratinga representa a conexão entre duas Reservas Particulares do Patrimônio Natural da Mata Atlântica do leste de Minas Gerais, a Mata do Sossego, em Simonésia, e Feliciano Miguel Abdalla, em Caratinga. Em ambas as reservas encontram-se populações de Brachyteles hypoxanthus (muriqui do norte) uma espécie de primata criticamente ameaçada de extinção que foi escolhida como espécie bandeira para este Corredor.

O Seminário do Corredor Ecológico Sossego-Caratinga é a primeira oportunidade de divulgação para o grande público local da importância do estabelecimento de Corredores Ecológicos. Sendo assim, este Seminário objetiva integrar a população ao processo de implementação e planejamento do Corredor no qual eles estão inseridos, por meio da participação de estudantes, professores, prefeituras, sindicatos e outras lideranças comunitárias. Para atingir este objetivo, o Seminário contará com palestras que irão explicar aos participantes algumas questões ambientais locais incluindo desde o que é e qual o objetivo de um Corredor Ecológico até o exemplo de políticas públicas pertinentes ao contexto.

inscrições http://www.biodiversitas.org.br/corredorecologico/inicial.asp#noticia7


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

I ERECO – Encontro Regional de Ecologia – em Natal



http://ereconatal.wix.com/iereco#!home/mainPage[


Em Outubro de 2012 acontecerá o I ERECO – Encontro Regional de Ecologia – em Natal, Rio Grande do Norte. Estudantes do curso de Ecologia, Ecólogos, Professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Professores convidados de outras universidades, Cientistas e Gestores se reunirão na UFRN para discutir a Ecologia em sua vastidão de temas.

Convidamos todos os profissionais e estudantes da área de Ecologia, assim como os cidadãos interessados, para participarem deste evento, a fim de compartilhar vivências, informações e conhecimento científico, visando integrar e enriquecer o conhecimento acerca desta área. Além disso, objetivamos melhorar a articulação entre os cursos de Ecologia do Nordeste.
​
Haverá espaço lúdico que objetiva aumentar a interação entre os participantes, e também proporcionar um pouco de lazer durante os intervalos da programação principal.
​
Aqui haverá oficinas, mostra de documentários, exposição de fotografias e feira de trocas. A programação está sendo elaborada.

A grande NOVIDADE deste evento é que suas emissões de Carbono serão parcialmente neutralizadas, através do plantio de mudas nativas da Mata Atlântica.  A neutralização de carbono consiste em duas fases: Identificação e Redução das fontes emissoras; Cálculo das Emissões e Compensação das emissões.
​
Para o cálculo das emissões de gás carbônico, contaremos com a colaboração da ECOSIN – Empresa Júnior do curso de Ecologia da UFRN, com experiência em Neutralização de Carbono em outros eventos.






terça-feira, 21 de agosto de 2012

DECRETO No-7.794, DE 20 DE AGOSTO DE 2012 Institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.


DECRETO No-7.794, DE 20 DE AGOSTO DE 2012
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=21/08/2012&jornal=1&pagina=5&totalArquivos=176
Institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput,
incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 50 da Lei nº 10.711, de
5 de agosto de 2003, e no art. 11 da Lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003,

D E C R E T A :

Art. 1º Fica instituída a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - PNAPO, com o objetivo de integrar, articular e adequar políticas, programas e ações indutoras da transição groecológica e da produção orgânica e de base agroecológica, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da população, por meio do uso sustentável dos recursos naturais e da oferta e consumo de alimentos saudáveis.
Parágrafo único. A PNAPO será implementada pela União em regime de cooperação com Estados, Distrito Federal e Municípios, organizações da sociedade civil e outras entidades privadas.

Art. 2º Para fins deste Decreto, entende-se por:
I - produtos da sociobiodiversidade - bens e serviços gerados a partir de recursos da biodiversidade, destinados à formação de cadeias produtivas de interesse dos beneficiários da Lei nº 11.326, de 24 de julho de 2006, que promovam a manutenção e valorização de suas práticas e saberes, e assegurem os direitos decorrentes, para gerar renda e melhorar sua qualidade de vida e de seu ambiente;
II - sistema orgânico de produção - aquele estabelecido pelo art. 1º da Lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003, e outros que atendam aos princípios nela estabelecidos;
III - produção de base agroecológica - aquela que busca otimizar a integração entre capacidade produtiva, uso e conservação da biodiversidade e dos demais recursos naturais, equilíbrio ecológico,
eficiência econômica e justiça social, abrangida ou não pelos mecanismos de controle de que trata a Lei
nº 10.831, de 2003, e sua regulamentação; e
IV - transição agroecológica - processo gradual de mudança de práticas e de manejo de agroecossistemas, tradicionais ou convencionais, por meio da transformação das bases produtivas e
sociais do uso da terra e dos recursos naturais, que levem a sistemas de agricultura que incorporem
princípios e tecnologias de base ecológica.

Art. 3º São diretrizes da PNAPO:
I - promoção da soberania e segurança alimentar e nutricional e do direito humano à alimentação adequada e saudável, por meio da oferta de produtos orgânicos e de base agroecológica isentos
de contaminantes que ponham em risco a saúde;
II - promoção do uso sustentável dos recursos naturais, observadas as disposições que regulem as relações de trabalho e favoreçam o bem-estar de proprietários e trabalhadores;
III - conservação dos ecossistemas naturais e recomposição dos ecossistemas modificados, por meio de sistemas de produção agrícola e de extrativismo florestal baseados em recursos renováveis, com a adoção de métodos e práticas culturais, biológicas e mecânicas, que reduzam resíduos poluentes e a dependência de insumos externos para a produção;
IV - promoção de sistemas justos e sustentáveis de produção, distribuição e consumo de alimentos, que aperfeiçoem as funções econômica, social e ambiental da agricultura e do extrativismo florestal, e priorizem o apoio institucional aos beneficiários da Lei nº 11.326, de 2006;
V - valorização da agrobiodiversidade e dos produtos da sociobiodiversidade e estímulo às experiências locais de uso e conservação dos recursos genéticos vegetais e animais, especialmente àquelas que envolvam o manejo de raças e variedades locais, tradicionais ou crioulas;
VI - ampliação da participação da juventude rural na produção orgânica e de base agroecológica; e
VII - contribuição na redução das desigualdades de gênero, por meio de ações e programas que
promovam a autonomia econômica das mulheres.


Art. 4º São instrumentos da PNAPO, sem prejuízo de outros a serem constituídos:
I - Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica -
PLANAPO;
II - crédito rural e demais mecanismos de financiamento;
III - seguro agrícola e de renda;
IV - preços agrícolas e extrativistas, incluídos mecanismos de regulação e compensação de preços nas aquisições ou subvenções;
V - compras governamentais;
VI - medidas fiscais e tributárias;
VII - pesquisa e inovação científica e tecnológica;
VIII - assistência técnica e extensão rural;
IX - formação profissional e educação;
X - mecanismos de controle da transição agroecológica, da produção orgânica e de base agroecológica; e
XI - sistemas de monitoramento e avaliação da produção orgânica e de base agroecológica.

Art. 5º O PLANAPO terá como conteúdo, no mínimo, os seguintes elementos:
I - diagnóstico;
II - estratégias e objetivos;
III - programas, projetos, ações;
IV - indicadores, metas e prazos; e
V - modelo de gestão do Plano.
Parágrafo único. O PLANAPO será implementado por meiodas dotações consignadas nos orçamentos dos órgãos e entidades que dele participem com programas e ações.
Art. 6º São instâncias de gestão da PNAPO:
I - a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - CNAPO; e
II - a Câmara Interministerial de Agroecologia e Produção Orgânica - CIAPO.

Art. 7º Compete à CNAPO:
I - promover a participação da sociedade na elaboração e no acompanhamento da PNAPO e do PLANAPO;
II - constituir subcomissões temáticas que reunirão setores governamentais e da sociedade, para propor e subsidiar a tomada de decisão sobre temas específicos no âmbito da PNAPO;
III - propor as diretrizes, objetivos, instrumentos e prioridades do PLANAPO ao Poder Executivo federal;
IV - acompanhar e monitorar os programas e ações integrantes do PLANAPO, e propor alterações para aprimorar a realização dos seus objetivos; e
V - promover o diálogo entre as instâncias governamentais e não governamentais relacionadas à agroecologia e produção orgânica, em âmbito nacional, estadual e distrital, para a implementação da
PNAPO e do PLANAPO.

Art. 8º A CNAPO terá a seguinte composição paritária:
I - quatorze representantes dos seguintes órgãos e entidades do Poder Executivo federal:
a) um da Secretaria-Geral da Presidência da República;
b) três do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sendo um da Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB e um da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA;
c) dois do Ministério do Desenvolvimento Agrário, sendo um do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA;
d) dois do Ministério da Saúde, sendo um da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA;
e) dois do Ministério da Educação, sendo um do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE;
f) um do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação;
g) um do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome;
h) um do Ministério do Meio Ambiente; e
i) um do Ministério da Pesca e Aquicultura; e
II - quatorze representantes de entidades da sociedade civil.
§ 1º Cada membro titular da CNAPO terá um suplente.
§ 2º Os representantes do governo federal na CNAPO serão indicados pelos titulares dos órgãos previstos no inciso I do  caput  e designados em ato do Ministro de Estado da Secretaria-Geral da Presidência da República.
§ 3º Ato conjunto dos Ministros de Estado do Desenvolvimento Agrário, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Secretaria Geral da Presidência da República disporá sobre o funcionamento da CNAPO, sobre os critérios para definição dos representantes das entidades da sociedade civil e sobre a forma de sua designação.
§ 4º O mandato dos membros representantes de entidades da sociedade civil na CNAPO terá duração de dois anos.
§ 5º A Secretaria-Geral da Presidência da República exercerá a função de Secretaria-Executiva da CNAPO e providenciará suporte técnico e administrativo ao seu funcionamento.
§ 6º Poderão participar das reuniões da CNAPO, a convite de sua Secretaria-Executiva, especialistas e representantes de órgãos e entidades públicas ou privadas que exerçam atividades relacionadas à agroecologia e produção orgânica.

Art. 9º Compete à CIAPO:
I - elaborar proposta do PLANAPO, no prazo de cento e oitenta dias, contado da data de publicação deste Decreto;
II - articular os órgãos e entidades do Poder Executivo federal para a implementação da PNAPO e do PLANAPO;
III - interagir e pactuar com instâncias, órgãos e entidades estaduais, distritais e municipais sobre os mecanismos de gestão e de implementação do PLANAPO; e
IV - apresentar relatórios e informações ao CNAPO para o acompanhamento e monitoramento do PLANAPO.

Art. 10. A CIAPO será composta por representantes, titular e suplente, dos seguintes órgãos:
I - Ministério do Desenvolvimento Agrário, que a coordenará;
II - Secretaria-Geral da Presidência da República;
III - Ministério da Fazenda;
IV - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
V - Ministério do Meio Ambiente;
VI - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome;
VII - Ministério da Educação;
VIII - Ministério da Saúde;
IX - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; e
X - Ministério da Pesca e Aquicultura.
§ 1º Os membros da CIAPO serão indicados pelos titulares dos órgãos e designados em ato do Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário.
§ 2º Poderão participar das reuniões da CIAPO, a convite de sua coordenação, especialistas e representantes de órgãos e entidades públicas ou privadas que exercem atividades relacionadas à agroecologia e produção orgânica.
§ 3º O Ministério do Desenvolvimento Agrário exercerá a função de Secretaria-Executiva da CIAPO e providenciará suporte técnico e administrativo ao seu funcionamento.

Art. 11. A participação nas instâncias de gestão da PNAPO será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

Art. 12. O Regulamento da Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas -SNSM, aprovado pelo Decreto nº 5.153, de 23 de julho de 2004, passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 4º .............................................................................................................................................................................................
§ 2º Ficam dispensados de inscrição no RENASEM aqueles que atendam aos requisitos de que tratam o caput e o § 2º do art.3º da Lei nº 11.326, de 24 de julho de 2006, e multipliquem sementes ou mudas para distribuição, troca e comercialização entre si, ainda que situados em diferentes unidades da federação.
§ 3º A dispensa de que trata o § 2º ocorrerá também quando a distribuição, troca, comercialização e multiplicação de sementes ou mudas for efetuada por associações e cooperativas de agricultores familiares, conforme definido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, desde que sua produção seja proveniente exclusivamente do público beneficiário de que trata a Lei nº11.326, de 2006, e seus regulamentos.
.............................................................................................". (NR)

Art. 13. O Decreto nº 6.323, de 27 de dezembro de 2007,passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Art. 33. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento organizará, junto à Coordenação de Agroecologia, a Subcomissão Temática de Produção Orgânica - STPOrg da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - CNAPO e, junto a cada Superintendência Federal de Agricultura, Comissões da Produção Orgânica nas Unidades da Federação -CPOrg-UF, para auxiliar nas ações necessárias ao desenvolvimento da produção orgânica, com base na integração entre os agentes da rede de produção orgânica do setor público e do privado, e na participação da sociedade no planejamento e gestão democrática das políticas públicas.
§ 1º As Comissões serão compostas de forma paritária por membros do setor público e da sociedade civil de reconhecida atuação no âmbito da produção orgânica.
§ 2º O número mínimo e máximo de participantes que comporão as Comissões observará as diferentes realidades existentes nas unidades federativas.
§ 3º A composição da STPOrg garantirá a presença de, no mínimo, um representante do setor privado de cada região geográfica.
§ 4º Os membros do setor público nas CPOrg-UF representarão, sempre que possível, diferentes segmentos, como assistência técnica, pesquisa, ensino, fomento e fiscalização.
§5º Os membros do setor privado nas CPOrg-UF representarão, sempre que possível, diferentes segmentos, como produção, processamento, comercialização, assistência técnica, avaliação da conformidade, ensino, produção de insumos, mobilização social e defesa do consumidor." (NR)

"Art. 34. ..................................................................................
.........................................................................................................
I - orientar e sugerir atividades a serem desenvolvidas pelas CPOrg-UF; e
VII - subsidiar a CNAPO e a Câmara Intergovernamental de Agroecologia e Produção Orgânica - CIAPO na formulação e gestão da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - PNAPO e do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - PLANAPO." (NR)
"Art. 35. ...................................................................................
..........................................................................................................
VII - emitir parecer sobre pedidos de credenciamento de organismos de avaliação da conformidade orgânica; e
VIII - subsidiar a CNAPO e a CIAPO na formulação e gestão da PNAPO e do PLANAPO." (NR)
Art. 14. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 20 de agosto de 2012; 191º da Independência e 124º
da República.
DILMA ROUSSEFF
Mendes Ribeiro Filho
Tereza Campello
Gilberto José Spier Vargas
Gilberto Carvalho

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Oficina Propondo soluções p/ a restauração ecológica no DF





fonte
Assessoria de Comunicação
Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal - IBRAM
(61) 3214-5624  www.ibram.df.gov.br
Siga-nos: www.twitter.com/ibramoficial

via
Mara Cristina Moscoso
maramoscoso@gmail.com
Fórum de ONGs Ambientalistas do DF
http://informe-ambiental.blogspot.com/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Curso de estatística aplicada aos estudos ambientais


fonte: faceboook Instituto Biotrópicos
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=415816368469735&set=a.225933477458026.70865.100001241264642&type=1&theater


Curso de estatística aplicada aos estudos ambientais, em Belo Horizonte, de 25 a 26 de agosto. Uma introdução à estatística aplicada ao licenciamento ambiental, instrumentalização metodológica e pensamento quantitativo em estudos ambientais.

Inscrições e informações: www.endemica.org.br, com Guilherme Leandro Castro Corrêa ou pelo telefone (31) 9956-4153

quinta-feira, 26 de julho de 2012

IDSM: Vaga pesquisador em conservação e manejo de quelônios amazônicos, Tefé – MA


Publicado quinta-feira, 26 de julho de 2012 fonte: http://www.agrobase.com.br/oportunidades/2012/07/idsm-vaga-pesquisador-em-conservacao-e-manejo-de-quelonios-amazonicos-tefe-ma/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=emprego-biologia


 Empresa Contratante

Empresa Contratante: Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá – IDSM (Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá)
Ramo da Atividade: Meio Ambiente/ Ecologia


O IDSM é uma Organização Social com Contrato de Gestão assinado com o Ministério da Ciência e Tecnologia, e atua no desenvolvimento de pesquisa, monitoramento e extensão visando a Conservação da Biodiversidade da Amazônia por intermédio do uso sustentado e participativo dos recursos naturais e do manejo de unidades de conservação. A atuação do IDSM pode ser vista com maiores detalhes em www.mamiraua.org.br ou nas publicações do Instituto.

A RDS Mamirauá está localizada no Médio Solimões, estado do Amazonas, com uma área de 1.124.000 ha, completamente formada de florestas alagadas de águas brancas, as várzeas. Criada em 1990, tendo o seu Plano de Manejo concluído e publicado em 1996, e atualmente em fase de revisão. Atualmente as atividades desenvolvem-se no sentido de implementar e revisar as normas estabelecidas nesse plano, através de ações integradas de pesquisa, extensão e monitoramento, todas com participação comunitária. Como é considerada uma área alagada de importância internacional, reconhecida como um sítio da Convenção Ramsar, das Nações Unidas, que protege áreas deste tipo em todo o mundo.

A RDS Amanã, situada ao lado da RDS Mamirauá, cobre uma área de aproximadamente 2.313.000 hectares e engloba grandes extensões de ecossistema de terra firme, além de porções de igapó e de várzea. Está localizada entre a bacia de águas pretas do Rio Negro e a de águas brancas dos rios Japurá e Solimões. A Reserva Amanã foi criada em 1998, constituindo na época a maior área protegida em floresta tropical na América do Sul.

Dados da Vaga de Estágio

Pesquisador em Conservação e Manejo de Quelônios Amazônicos
O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá -IDSM está selecionando um(a) profissional da área de ciências biológicas, ou de outras áreas ambientais afins, para ocupar o cargo de Pesquisador do Programa de Pesquisa em Conservação e Manejo de Quelônios, atuando no apoio às atividades técnicas e científicas do Grupo de Pesquisa de Uso Sustentável dos Recursos Naturais do IDSM, na região do Médio Solimões, Amazonas.



Pré-Requisitos:

Pós-graduado(a) em curso de Ciências Biológicas, ou em outras áreas ambientais afins.
Iniciativa e motivação.
Experiência em projetos de pesquisas de campo nas áreas deste edital, preferencialmente na Amazônia Brasileira. Candidatos com experiência comprovada de a) atuação em ambientes alagados da Amazônia, b) trabalhos com comunidades ribeirinhas tradicionais e no meio rural, e c) conhecimento das peculiaridades da pesquisa em herpetologia obterão uma melhor pontuação no processo seletivo.
Capacidade de trabalho em grupo e com equipes multidisciplinares.
Conhecimentos de informática, editores de texto, planilhas eletrônicas, pacotes estatísticos, bancos de dados e formas de comunicação eletrônica são essenciais.
O(a) candidato(a) deverá ter capacidade de leitura, conversação e redação básica em língua inglesa.


Atribuições e Responsabilidades:

Levantar a biodiversidade e o status populacional de espécies de quelônios que ocorrem nas duas reservas e seu entorno.
Planejar e executar as atividades anuais de monitoramento das populações de quelônios, priorizando aspectos demográficos como: abundâncias, taxas sexuais e estruturas etárias.
Apoiar as atividades de monitoramento do uso deste recurso natural pelas populações moradoras das duas reservas e seu entorno.
Articular e apoiar atividades de proteção comunitária de praias de desova, que vem sendo realizadas desde 1997 em conjunto com o Programa de Gestão Comunitária – PGC do IDSM.
Dar continuidade à aplicação dos planos de trabalho e projetos de pesquisa em desenvolvimento, visando à conservação e manejo dos quelônios, como um recurso natural, desempenhando atividades de organização comunitária para a conservação, manejo e educação ambiental, e implementando e acompanhando critérios técnico- científicos sobre conservação e manejo.
Estruturar e desenvolver seu próprio projeto de pesquisa e realizar produção científica publicável.
Contribuir para a conservação da biodiversidade na Amazônia e para o desenvolvimento sustentável de suas populações tradicionais ribeirinhas.
O profissional deve ter disponibilidade para residir em Tefé (AM), onde as funções serão desempenhadas nas dependências da sede do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM-OS/MCTI). Iniciativa e motivação para trabalhar no campo são necessárias, uma vez que o candidato deverá passar parte do tempo, por períodos variáveis de poucos dias a poucas semanas, desenvolvendo suas atividades no campo. As funções serão desempenhadas, em vários locais da RDS Mamirauá, Amanã e entorno, sob condições rústicas.

Será oferecido um período de familiarização à área e as atividades do Instituto, após o qual o profissional selecionado assumirá a coordenação das atividades do Programa, com apoio de assistentes de campo locais e bolsistas assistentes de pesquisa.



Observações:

O candidato selecionado se responsabilizará pelas vacinas necessárias para a região. Ao chegar a Tefé deverá assinar o Termo de Compromisso do IDSM, o que implicará na concordância com as disposições do mesmo.
O IDSM não dispõe de alojamento em Tefé, e arranjos de residência na cidade devem ser feitos pelo próprio bolsista.


Etapas do Processo de Seleção:

Inscrições (31/08/2012)
Pré-Selecionados (09/09/2012)
Os nomes dos(as) candidatos(as) pré-selecionados(as) serão listados no site www.mamiraua.org.br, e os mesmos serão contatados oficialmente para agendamento da entrevista.
Entrevista (07/09/2012)
Os (as) candidatos(as) pré-selecionados serão entrevistados.
Divulgação do resultado final (12/09/2012)
Os candidatos (as) entrevistados (as) serão informados por e-mail.
Entrega de documentos e Proposta de Pesquisa do Candidato, para solicitação de bolsa ao CNPq (21/09/2012)
Início das atividades (Até 01/10/2012)


Mensagens enviadas com outro cabeçalho e submissões incompletas
não serão consideradas.


Por gentileza, somente enviar currículo profissionais que se encaixem no perfil,
de forma a economizar seu tempo e do recrutador.


Tipo de Vaga: Profissional – Emprego
Perfil Profissional: Ciências Biológicas, afins
Vagas: 01 vaga
Salário: R$ 2.600,00 até R$ 4.000,00 (Bolsa/CNPq modalidade PCI-D)
A Empresa Oferece: O deslocamento da cidade de origem até Tefé será disponibilizado pelo Instituto Mamirauá.
Tempo de Duração: 24 a 36 meses



Envio de currículos até dia 31 de Agosto de 2012


Interessados que se encaixem no perfil acima devem encaminhar os documentos listados para quelonios@mamiraua.org.br sob o Assunto: “Pesquisador Quelônios + Nome do candidato”. | Contato somente por email.



Documentos Necessários:

Carta de intenção (não de encaminhamento): explicando claramente por que deseja se candidatar à vaga, descrevendo seu perfil acadêmico e/ou profissional, descrevendo a relevância de participar nas atividades propostas neste edital. Na carta, o candidato, deverá listar duas referências acadêmicas ou profissionais e formas de contato (email e telefone). O Candidato deverá incluir seus próprios meios de contato (endereço, telefone, email, skype). A carta não poderá ultrapassar 2 páginas.
Curriculum vitae resumido (02 páginas) com o link para Currículo Lattes


Edital 039/2012 – IDSM »
http://mamiraua.org/cms/content/public/documents/edital/786beb9b-eab4-4320-9efa-848e5789ded8_edital-039-2012-idsm.pdf

terça-feira, 24 de julho de 2012

IX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ETNOBIOLOGIA E ETNOECOLOGIA


fonte: http://ixsbee.com.br/

Em Novembro de 2012 a Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, SC, sediará o IX Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia, com o tema “Avanços para a identidade cultural, conservação e uso da biodiversidade”. Este evento é uma promoção da Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia (SBEE - www.etnobiologia.org.br), com o apoio da Universidade Federal de Santa Catarina.

O objetivo do IX SBEE é de criar oportunidades para o debate e para a troca de experiências entre pesquisadores e estudantes da área de Etnobiologia, Etnoecologia e áreas correlatas, enfatizando a articulação entre os conhecimentos das populações locais e aqueles produzidos em instituições formais de ensino e pesquisa.


PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

Programação já confirmada para o IX SBEE! (ATUALIZADA EM 17/07/2012)


II ENCONTRO DE PROFESSORES DE ETNOBIOLOGIA E ETNOECOLOGIA
Dia 25/11/2012
Dando continuidade às discussões inciadas no último Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia, em Recife (2010), será realizado no dia que antecede o IX SBEE o II Encontro de Professores de Etnobiologia e Etnoecologia, coordenado pelo prof. Dr. Ulysses Paulino Albuquerque.

MESAS REDONDAS
Tema
Domesticação de paisagens e conservação
Participantes
Dr(a). Ana H. Ladio
Universidad Nacional del Comahue (Argentina)
Dr(a). Glenn Harvey Shepard Júnior
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)
Dr(a). Mauricio Sedrez dos Reis
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Dr(a). Nivaldo Peroni
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Tema
Gestão de Recursos de Uso Comum: rumos à co-gestão adaptativa para o desenvolvimento territorial sustentável
Participantes
Carina C. Foppa
Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Dr(a). Cristiana Seixas
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Mariana Policarpo
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Paulo Vieira
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Rodrigo P. Medeiros
Universidade Federal de Paraná (UFPR)
Dr(a). Rodrigo R. Freitas
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Tema
Legislação e comunidades tradicionais – avanços e desafios para a conservação e uso da biodiversidade
Participantes
(Outros palestrantes a confirmar)
Dr(a). Alexandre Schiavetti
Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)
Iara Vasco Ferreira
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)
Dr(a). Juliana Ferraz da Rocha Santilli
Instituto Socioambiental/Ministério Público do Distrito Federal (ISA/MPDF)

Tema
O contexto e a proposta da RESEX de Imbituba e da RDS dos Areais da Ribanceira
Participantes
(Outros palestrantes a confirmar)
Marlene Borges
Líder comunitária
Dr(a). Natalia Hanazaki
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Dr(a). Nazareno José de Campos
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

Tema
Perspectivas sobre Segurança Alimentar de populações tradicionais
Participantes
Dr(a). Alpina Begossi
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Dr(a). Rumi Kubo
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Dr(a). Valdely Ferreira Kinupp
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia/Campus Manaus Zona Leste (IFAM/CMZL)

Tema
Pontos de referência dinâmicos na pesca
Participantes
(Outros palestrantes a confirmar)
Dr(a). Carlos Eduardo Ferreira Leite
Universidade Federal Fluminense (UFF)
Msc. Leopoldo Cavaleri Gerhardinger
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)


MINI-CURSOS
Tema
Abordagens em Pesquisa Participativa
Ministrante(s)
Dr(a). Juarez Pezzuti
Universidade Federal do Pará (UFPA)

Tema
Antropologia visual
Ministrante(s)
Dr(a). Rumi Kubo
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Tema
Elaboração de projetos etnobiológicos e as distintas perspectivas epistemológicas
Ministrante(s)
Dr(a). Ana H. Ladio
Universidad Nacional del Comahue (Argentina)

Tema
Etnobotânica em centros urbanos
Ministrante(s)
Dr(a). Ina Vandebroek
The New York Botanical Garden (Estados Unidos)

Tema
Etnoecologia da Paisagem
Ministrante(s)
Dr(a). José Geraldo Wanderley Marques
Universidade Federal de Feira de Santana (UEFS)

Tema
Etnoecologia e educação: o eterno retorno
Ministrante(s)
Dr(a). Ângelo Giuseppe Chaves Alves
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Tema
Etnomodelagem: um novo paradigma de pesquisa para a etnomatemática e a modelagem
Ministrante(s)
Dr(a). Milton Rosa
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Tema
Interfaces da Ecologia Humana e Etnobotânica
Ministrante(s)
Dr(a). Cecília de Fátima Castelo Branco Rangel de Almeida
Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco (CESVASF)
Dr(a). Marcelo Alves Ramos
Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)

Tema
Unidades de Conservação e etnobiologia
Ministrante(s)
Dr(a). Alexandre Schiavetti
Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC)


PALESTRAS
Tema
Aproximações da Etnomatemática com a Etnobiologia e a Etnoecologia
Palestrante(s)
Dr(a). Milton Rosa
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Tema
Conflitos em Unidades de Conservação
Palestrante(s)
Dr(a). Cleyton Henrique Gerhardt
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PGDR-UFRGS)

Tema
Etnobiologia Médica: Imaginário e Razão Prática
Palestrante(s)
Dr(a). José Geraldo Wanderley Marques
Universidade Federal de Feira de Santana (UEFS)

Tema
Etnobiologia, ecologia e conservação da castanheira no Brasil
Palestrante(s)
Dr(a). Glenn Harvey Shepard Júnior
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)

Tema
Etnobotânica e migrações
Palestrante(s)
Dr(a). Ina Vandebroek
The New York Botanical Garden (Estados Unidos)

Tema
Etnozoologia: “Dicionário nos nomes populares dos animais do Brasil”
Palestrante(s)
Dr(a). Nelson Papavero
Universidade de São Paulo (USP)

Tema
Etnozootecnia, etnopedologia, etnossilvicultura... Relações entre o conhecimento local e as ciências agrárias
Palestrante(s)
Dr(a). Ângelo Giuseppe Chaves Alves
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Tema
Nova cartografia Social
Palestrante(s)
Dr(a). Raquel Mombelli
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)


OFICINAS
Tema
Etnoecologia e Educomunicação em comunidades litorâneas
Participantes
Mirella Cursino da Silva
Projeto Meros do Brasil

Tema
Etnomusicologia: "O ambiente cantado e contado por brincantes de manifestações populares brasileiras"
Participantes
Sarah Divina Melo da Silva

Tema
Plantas Medicinais
Participantes
Msc. Antônio Amaury Silva Júnior
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI)
Cecília Cipriano Osaida

Tema
Preparando refeições com alimentos não convencionais
Participantes
Dr(a). Valdely Ferreira Kinupp
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia/Campus Manaus Zona Leste (IFAM/CMZL)

Tema
Rumos da etnobiologia/Filosofando sobre as etnociências
Participantes
Dr(a). Ângelo Giuseppe Chaves Alves
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Cargo Analista de Pesquisa/Ecologia


enumerando os itens para estudo.



LÍNGUA PORTUGUESA
I - Compreensão e  interpretação de  textos. II - Tipologia  textual.  III - Ortografia oficial.  IV - Acentuação gráfica. V - Emprego das classes das palavras. VI - Emprego do sinal indicativo de crase. VII - Sintaxe da oração e do período VIII - Pontuação. IX - Concordância nominal e verbal. X - Regência Nominal e verbal. XI - Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação XII - Significação literal e contextual de vocábulos. XIII - Emprego de tempos e modos verbais. XIV - Vozes dos verbos. XV - Redação de correspondências oficiais (ata, relatório, atestado, circular, declaração, memorando, ofício e requerimento). 

LÍNGUA INGLESA
Compreensão e interpretação de texto escrito em Língua Inglesa.



CARGO: ANALISTA DE PESQUISA ENERGÉTICA - Área de Atuação: Meio Ambiente/Ecologia 

I - Noções de planejamento de longo e médio prazo, em especial do setor elétrico brasileiro.

II - Avaliação de impacto ambiental.
Impactos ambientais de  fontes energéticas. 
Estudos de  inventário hidrelétrico de bacias hidrográficas. 
III  - Estudos de Viabilidade de projetos de geração  hidrelétrica.  
IV  -  Legislação  ambiental  aplicada  ao  setor  elétrico  e  Convenção  da  Biodiversidade.  
V  -  Gestão  ambiental; 
Ecossistemas  brasileiros; 
Conservação  dos  recursos  naturais; 
Monitoramento  ambiental.  
VI  -  Impacto  ambiental  de  fontes  energéticas sobre a  fauna e  flora, 
processos ecológicos, 
endemismos 
e padrões de migração de  fauna  . 
VII – Ecologia de ecossistemas aquáticos 
e qualidade da água. 


fonte: http://www.cesgranrio.org.br/concursos/evento.aspx?id=epe0112


domingo, 15 de julho de 2012

V Curso de Ecologia de Peixes em Rios e Represas: Teoria e Prática


fonte: http://www.ibb.unesp.br/#2653,2654


O V Curso de Ecologia de peixes em rios e represas: Teoria e Prática tem como objetivos difundir conhecimento em ecologia de peixes em rios e represas com base nas principais linhas de pesquisa do Laboratório de Biologia e Ecologia de Peixes, através de palestras, atividades práticas e análise dos dados gerados durante o curso (aplicação de índices ecológicos).

Data realização: 16/07 a 21/07/2012

Período de inscrição: 02/05 a 16/07/2012

Custo: R$200,00

 Cronograma: http://www.ibb.unesp.br/Home/Departamentos/Morfologia/Laboratorios/LaboratoriodeBiologiaeEcologiadePeixes/CursodeEcologiadePeixes/cronograma-2012-2.xlsx

sábado, 14 de julho de 2012

Curso de Capacitação em Ecofisiologia Florestal I 2012




Curso de Capacitação em Ecofisiologia Florestal I
De agosto a novembro de 2012
Às 6ªs-feiras
Das 14h00min às 18h00min
Carga horária: 100 horas
Custo: GRATUITO
Nº de vagas: 20
Inscrições: de 1º a 30/ 07/ 2012
Contato: 2105 8654
Público: Aberto a toda comunidade interessada e inclinada para a área de ecofisiologia.
É esperando que ao final do curso o estudante matriculado disponha de subsídios técnicos profissionais na área de ecofisiologia florestal.
Requisitos: Toda comunidade da área de Biológicas, profissionais, alunos (técnicos, graduação, PG) a matrícula é efetuada após análise de currículo.
É solicitado possuir um computador pessoal, conhecimentos básicos de internet, office e um e-mail.

Inscrições: https://uspdigital.usp.br/apolo/webLogin.jsp

Facebook: http://www.facebook.com/#!/comoasplantasfuncionam.lafisa

Blog: http://ccefiiesalq.blogspot.com.br/


fonte: lista de e-mail: gestores de qualidade-ambiente

sábado, 9 de junho de 2012

Fiocruz Bahia promove curso colaborativo sobre determinantes ecológicos e sociais da saúde



Fiocruz Bahia promove curso colaborativo sobre determinantes ecológicos e sociais da saúde

via http://www.cpqgm.fiocruz.br/?area=07X03&new=555

Estão abertas, até o dia 15 de junho, as inscrições para I Collaborative Course on Ecological and Social Determinants of Health (1º Curso Colaborativo em Determinantes Ecológicos e Sociais da Saúde), que acontecerá em Salvador, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Bahia, no período de 01 a 04 de agosto de 2012.

Fruto da cooperação entre a Fiocruz e as universidades americanas de Yale e Berkeley, o curso tem como objetivo contribuir para a formação multidisciplinar de seus participantes, tornando-os capazes de analisar criticamente os fatores ambientais e sócio-econômicos no Brasil que estão associados à alta prevalência e distribuição geográfica de doenças infecciosas. Além disso, a meta é identificar as características da população estudada e identificar e descrever doenças infecciosas prevalentes no Brasil abordadas durante o curso.

O curso será oferecido na língua inglesa. Serão disponibilizadas 40 vagas. Destas, 15 serão destinadas a estudantes de saúde pública das universidades de Yale e Berkeley e 25 a estudantes brasileiros de pós-graduação dos cursos oferecidos pelas unidades da Fiocruz de todo o Brasil. Preferencialmente, os intessados precisam estar matriculados no último ano do Mestrado ou cursando o 1º ou 2º ano do Doutorado. É imprescindível ainda ter conhecimento de inglês suficiente para se comunicar, verbalmente e por escrito. Por isso, a entrevista de seleção será feita em língua inglesa. Tempo integral para se dedicar as atividades do curso também é uma exigência.

As atividades do curso acontecerão durante quatro dias e incluem aulas sobre temas relacionados ao objetivo do curso e visitas de campo a serviços de saúde, organizações não governamentais e áreas endêmicas para doenças infecciosas no estado da Bahia. Os alunos que obtiverem êxito no processo seletivo e concluírem as atividades do curso de forma considerada satisfatória receberão uma declaração solicitando a validação de três créditos em seus respectivos cursos de pós-graduação.

É meta da organização do curso criar as condições para que os participantes que se destacarem tornem-se potenciais candidatos às bolsas do Programa Ciência sem Fronteiras para as universidades de Yale e Berkeley.

A Fiocruz-Bahia já realiza estudos em conjunto com pesquisadores de ambas universidades há vários anos. Um acordo de cooperação, assinado no segundo semestre de 2011, visa estimular o intercâmbio entre investigadores e estudantes de pós-graduação destas instiuições. Desta forma, o curso pode ser compreendido como uma ação para permitir a continuidade das atividades colaborativas, intensificando a transferência de conhecimento e experiências entre as instituições e promovendo a oportunidade de criação de novas parcerias.

O curso é coordenado pelos pesquisadores Mitermayer Galvão dos Reis (Fiocruz Bahia), Albert Ko (Yale University), Arthur Reingold (University of California, Berkeley) e Lee W. Riley (University of California, Berkeley).

As inscrições podem ser feitas através do preenchimento do fomulário de inscrição ( http://www.cpqgm.fiocruz.br/cursos/YaleBerkeley ), e devem ser enviados para o e-mail: esdh@bahia.fiocruz.br.

A programação será disponibilizada em breve no site da Fiocruz-Bahia.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Fiocruz Bahia promove curso colaborativo sobre determinantes ecológicos e sociais da saúde, inscrição até 15/6


Fiocruz Bahia promove curso colaborativo sobre determinantes ecológicos e sociais da saúde


Estão abertas, até o dia 15 de junho, as inscrições para I Collaborative Course on Ecological and Social Determinants of Health (1º Curso Colaborativo em Determinantes Ecológicos e Sociais da Saúde), que acontecerá em Salvador, na Fundação Oswaldo Cruz (Ficoruz ) Bahia, no período de 01 a 04 de agosto de 2012.


Fruto da cooperação entre a Fiocruz e as universidades americanas de Yale e Berkeley, o curso tem como objetivo contribuir para a formação multidisciplinar de seus participantes, tornando-os capazes de analisar criticamente os fatores ambientais e sócio-econômicos no Brasil que estão associados com a alta prevalência e distribuição geográfica de doenças infecciosas. Além disso, a meta é identificar as características da população estudada e identificar e descrever doenças infecciosas prevalentes no Brasil abordadas durante o curso.


O curso será oferecido na língua inglesa. Serão disponibilizadas 40 vagas. Destas, 15 serão destinadas a estudantes de saúde pública das universidades de Yale e Berkeley e 25 a estudantes brasileiros de pós-graduação dos cursos oferecidos pelas unidades da Fiocruz de todo o Brasil. Preferencialmente, os intessados precisam estar matriculados no último ano do Mestrado ou cursando o 1º ou 2º ano do Doutorado. É imprescindível ainda ter conhecimento de inglês suficiente para se comunicar, verbalmente e por escrito. Por isso, a entrevista de seleção será feita em língua inglesa. Tempo integral para se dedicar as atividades do curso também é uma exigência.


As atividades do curso acontecerão durante quatro dias e incluem aulas sobre temas relacionados ao objetivo do curso e visitas de campo a serviços de saúde, organizações não governamentais e áreas endêmicas para doenças infecciosas no estado da Bahia. Os alunos que obtiverem êxito no processo seletivo e concluírem as atividades do curso de forma considerada satisfatória receberão uma declaração solicitando a validação de três créditos em seus respectivos cursos de pós-graduação.
É meta da organização do curso criar as condições para que os participantes que se destacarem tornem-se potenciais candidatos às bolsas do Programa Brasil sem Fronteiras para as universidades de Yale e Berkeley.


A Fiocruz Bahia já realiza estudos em conjunto com pesquisadores de ambas universidades há vários anos. Um acordo de cooperação, assinado no segundo semestre de 2011, visa estimular o intercâmbio entre investigadores e estudantes de pós-graduação destas instiuições. Desta forma, o curso pode ser compreendido enquanto uma ação para permitir a continuidade das atividades colaborativas, intensificando a transferência de conhecimento e experiências entre as instituições e promovendo a oportunidade de criação de novas parcerias. 


O curso é coordenado pelos pesquisadores Mitermayer Galvão dos Reis (Fiocruz Bahia), Albert Ko (Yale University) e Lee W. Riley (UC, Ber keley).


Para mais informações e inscrições
http://www.cpqgm.fiocruz.br/cursos/YaleBerkeley







Publicado em: 07/05/2012


Fonte: Ascom/Fiocruz Bahia

quarta-feira, 2 de maio de 2012

SIMPÓSIO Processos Ecológicos, Restauração e Ecovaloração em Zonas Ripárias



 SIMPÓSIO Processos Ecológicos, Restauração e Ecovaloração em Zonas Ripárias

período de 6 a 8 de agosto de 2012, 
na cidade de Brasília – DF, Brasil.

 mais informações no site: http://simposio.aquariparia.org


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