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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Ministério Público realiza vistoria técnica no Rio Taquari
http://www.prms.mpf.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/noticias/2013/04/ministerio-publico-realiza-vistoria-tecnica-no-rio-taquari
— última modificação 22/04/2013 15:57
Equipe analisa a dimensão de áreas passíveis de formação de novas inundações
O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MP/MS) realizam de 22 a 26 de abril expedição no Rio Taquari para analisar locais sujeitos à formação de novos arrombados. Equipe técnica, formada por profissionais de diversas áreas, deve vistoriar 17 pontos ao longo do rio.
Os locais foram definidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) como de provável ruptura do curso natural da água – o que resultaria na formação dos arrombados. O objetivo da vistoria é definir o contexto ambiental e socioeconômico de cada local, de modo a analisar a possibilidade de autorização de pequenas intervenções.
A visita técnica é consequência de Audiência Pública realizada em Campo Grande no dia 5 de abril.
Problemática
O Rio Taquari é considerado por muitos estudiosos como o maior desastre ambiental de Mato Grosso do Sul. O assoreamento do rio - causado por fatores naturais e também pela ação humana – alterou o curso d'água, provocando seca em alguns pontos e alagamentos em outros.
Desde a década de 70, fazendeiros fecham arrombados para evitar que água desaproprie naturalmente as áreas antes utilizadas como pasto. Se por um lado os proprietários não querem perder suas terras para as águas do Taquari, do outro há pescadores que afirmam que a prática de fechamento de arrombados causa prejuízos à atividade pesqueira, ocasionando mortandade de peixes e influenciando negativamente o ciclo de reprodução animal.
Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul
(67) 3312-7265 / 9297-1903
(67) 3312-7283 / 9142-3976
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Polícia de MS fecha empreendimento de turismo e multa dono em R$ 92 mil
10/01/2013 12h37 - Atualizado em 10/01/2013 12h37
Empreendimento em Bonito oferecia flutuação no rio Sucuri.
Empresa excedia o número de turistas permitido, de 120 por dia.
Empreendimento oferecia flutuação no rio Sucuri,em Bonito (Foto: Divulgação/ PMA)
A Polícia Militar Ambiental (PMA) interditou, na tarde de quarta-feira (9), um empreendimento de turismo ecológico em Bonito, a 300 km de Campo Grande. O proprietário foi multado em R$ 92,7 mil. Segundo a PMA, a empresa possuía licença de funcionamento emitida pelos órgãos ambientais, mas descumpria as regras determinadas para as atividades realizadas no local.
Segundo a PMA, o empreendimento oferecia flutuação no rio Sucuri e excedia o número de turistas permitido para a atividade, que é de 120 pessoas por dia. O empreendimento deve ficar interditado até que o proprietário regularize a situação junto aos órgãos ambientais responsáveis.
Ainda segundo a PMA, ele responderá pelo crime ambiental de atividade potencialmente poluidora em desacordo com autorização do órgão ambiental competente. A pena para o crime é de um a seis meses de detenção.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Dois são autuados em R$10 mil por poluição sonora em Miranda
http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=99247
figura: google
Policiais Militares Ambientais de Miranda (MS) realizaram operação na noite de domingo e madrugada de ontem no centro da cidade para combater a poluição sonora, especialmente, provocada por veículos com sons de alta potência.
Na Praça Agenor Carrilho, centro da cidade, dois veículos estacionados em frente a um estabelecimento comercial, sendo um GM/S-10, cor vermelha e um Fiat Uno, cor vermelha estavam utilizando som automotivo em potência acima da permitida por lei, conforme aferição realizada no momento da abordagem. Diante dos fatos foram apreendidos os veículos e dada voz de prisão aos dois infratores, que foram conduzidos até a Delegacia de Polícia Civil do município, para as providências criminais. A pena para o crime de poluição é de um a quatro anos de reclusão.
Também foram lavrados Autos de Infração e aplicadas multas no valor de R$ 5.000,00 para cada autuado. O critério de ruído em áreas habitadas é estabelecido pela Resolução CONAMA nº 01/90 e a NBR 10151 de Julho de 2000, que definem para área mista com vocação comercial e administrativa no período Diurno 60 dB (A) e Noturno 55 dB (A) máximos permissíveis de ruídos para ambientes externos.
01/01/2013 - 12:35
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Advogados asseguram licenciamentos para construção de hidrelétricas na Bacia do Alto Paraguai no Pantanal
http://www.agu.gov.br/sistemas/site/TemplateTexto.aspx?idConteudo=218114&id_site=3&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter
Data da publicação: 16/11/2012
A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu anular, no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), decisão da Justiça Federal de Coxim no Mato Grosso do Sul que suspendeu indevidamente todos os procedimentos de licenciamento ambiental em curso para instalação de hidrelétricas na Bacia do Alto Paraguai, região no Pantanal que alcança os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A Procuradoria da União no Mato Grosso do Sul (PU/MS) e a Procuradoria Federal/MS (PF/MS) atuaram no caso contra a ação que foi ajuizada pelo Ministério Público Federal para impedir que os órgãos licenciadores concedessem autorização (prévia, de instalação ou de operação), até que fosse realizada Avaliação Ambiental Estratégica, sob pena de pagamento de multa de R$ 100 mil por cada licença expedida.
Ao contestar a decisão, as procuradorias explicaram que a legislação que orienta o processo de licenciamento não prevê a realização de Avaliação Ambiental Estratégica para a expedição de autorização para implantação de hidrelétrica. De acordo com os advogados da União, esse tipo de exigência não prevista em lei, caracteriza interferência indevida do Poder Judiciário sobre a Administração Pública, o que ofende o disposto no artigo 2º da Constituição Federal.
O TRF3 acatou os argumentos apresentados pela AGU e anulou as decisões recorridas e remeteu os autos a uma das Varas Federais Cíveis de Campo Grande.
A PU/MS é unidade da Procuradoria-Geral da União e a PF/MS unidade da Procuradoria-Geral Federal, ambos órgãos da AGU.
Ref.: Ação Civil Pública nº 000052124201240360071 - TRF3.
Leane Ribeiro
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Apresentação dos resultados do projeto "Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica
Observatório Parlamentar Socioambiental
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=366074520151781&set=a.179896112102957.41489.163127353779833&type=1&theater
Apresentação dos resultados do projeto "Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (RS, SC, PR e MS)" e lançamento do Manual e DVD.
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sábado, 27 de outubro de 2012
ibama embarga área por desmatamento ilegal no Mato Grosso
http://www.bluue.com.br/noticias/ibama-embarga-area-por-desmatamento-ilegal-no-mato-grosso?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ibama-embarga-area-por-desmatamento-ilegal-no-mato-grosso#prettyPhoto
Foi estimado que a área desmatada ilegalmente atingiu a extensão de 6.465 hectares (cerca de 6.500 campos de futebol). Á área foi embargada pela operação Soberania Nacional, que objetiva combater o desmatamento ilegal na Amazônia Legal.
Agentes do Ibama apreenderam 10 tratores de esteira utilizados para o desmatar grandes áreas, dentre eles, 4 tratores de pneus e um caminhão na região de Feliz Natal (536 km de Cuiabá), região Norte do Estado do Mato Grosso. As multas somaram cerca de 22 milhões de reais.
As principais estratégias do Ibama no combate ao desmatamento são a ocupação de 100% de todos os polígonos (áreas indicativas de degradação ambiental) detectados pelo satélite por meio da Deter ( Detecção de Desmatamento em Tempo Real) e a descapitalização dos infratores.
Os agentes ambientais, usando helicópteros, veículos adaptados ao solo amazônico, satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e com apoio de peritos em geoprocessamento, fazem uma varredura de todas as áreas com possibilidade de degradação na cobertura florestal.
Em relação à descapitalização, todo maquinário utilizado como instrumento para o desmatamento ilegal será apreendido. Áreas abertas ilegalmente serão embargadas e o produto nelas plantado ou gado nelas criado será doado aos programais sociais do Governo Federal.
Além disso, o comerciante que vender produtos de áreas embargadas será responsabilizado subsidiariamente nos processos administrativo e criminal.
Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano de Meneses Evaristo, a prioridade no combate ao desmatamento é a descapitalização do infrator.
Todo proprietário que desmatar ilegalmente na Amazônia brasileira terá seu maquinário apreendido, haverá o perdimento dos bens usados no crime ambiental, e os equipamentos serão doados a instituições públicas.
Fonte: Mídia News
Foi estimado que a área desmatada ilegalmente atingiu a extensão de 6.465 hectares (cerca de 6.500 campos de futebol). Á área foi embargada pela operação Soberania Nacional, que objetiva combater o desmatamento ilegal na Amazônia Legal.
Agentes do Ibama apreenderam 10 tratores de esteira utilizados para o desmatar grandes áreas, dentre eles, 4 tratores de pneus e um caminhão na região de Feliz Natal (536 km de Cuiabá), região Norte do Estado do Mato Grosso. As multas somaram cerca de 22 milhões de reais.
As principais estratégias do Ibama no combate ao desmatamento são a ocupação de 100% de todos os polígonos (áreas indicativas de degradação ambiental) detectados pelo satélite por meio da Deter ( Detecção de Desmatamento em Tempo Real) e a descapitalização dos infratores.
Os agentes ambientais, usando helicópteros, veículos adaptados ao solo amazônico, satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e com apoio de peritos em geoprocessamento, fazem uma varredura de todas as áreas com possibilidade de degradação na cobertura florestal.
Em relação à descapitalização, todo maquinário utilizado como instrumento para o desmatamento ilegal será apreendido. Áreas abertas ilegalmente serão embargadas e o produto nelas plantado ou gado nelas criado será doado aos programais sociais do Governo Federal.
Além disso, o comerciante que vender produtos de áreas embargadas será responsabilizado subsidiariamente nos processos administrativo e criminal.
Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano de Meneses Evaristo, a prioridade no combate ao desmatamento é a descapitalização do infrator.
Todo proprietário que desmatar ilegalmente na Amazônia brasileira terá seu maquinário apreendido, haverá o perdimento dos bens usados no crime ambiental, e os equipamentos serão doados a instituições públicas.
Fonte: Mídia News
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domingo, 15 de julho de 2012
Fórum de Educação Ambiental de Mato Grosso do Sul
O Fórum de Educação Ambiental de Mato Grosso do Sul tem como objetivo promover a interlocução de agentes para a consolidação de instrumentos e políticas voltadas para a educação ambiental no estado.
Um evento inédito no Estado, o Fórum será um espaço para a realização de conferências, mesas-redondas, minicursos e oficinas, bem como divulgação de livros e publicações, visando fortalecer as políticas públicas de educação ambiental no Mato Grosso do Sul e a troca de experiências entre os participantes. Também será feita a divulgação de trabalhos por meio de apresentações orais, painéis e relatos de experiência. As linhas temáticas do evento podem ser vistas aqui.
O evento será encerrado com a realização da Oficina Estadual para a Construção da Política de Educação Ambiental, espaço único de debate a nível estadual. A política consiste em um projeto de lei que norteará todas as ações de educação ambiental no estado, tanto em espaços escolarizados como espaços não escolarizados. Esse texto está sendo construído de forma participativa desde 2009 e a sua participação garantirá que a lei reflita as reais necessidades de Mato Grosso do Sul. A oficina será gratuita e aberta a todos os interessados e a inscrição será por meio do site do evento.
fonte e site oficial https://sites.google.com/site/forumeams/
07 de agosto de 2012 (terça-feira)
07h00 às 12h00
Credenciamento e entrega de material
08h30 às 08h45 (auditório do bloco C) – apresentação cultural
Coral dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul
08h45 às 09h40 (auditório do bloco C)
Abertura oficial
ANDRÉ PUCCINELLI
Governador do Estado de Mato Grosso do Sul
CARLOS ALBERTO NEGREIROS SAID MENEZES
Secretário de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia
NILENE BADECA DA COSTA
Secretária de Estado de Educação
PADRE JOSÉ MARINONI
Reitor da Universidade Católica Dom Bosco
09h45 às 10h40 (auditório do bloco C) – Conferencia de Abertura
A Educação Ambiental como Instrumento de Políticas Públicas
GENEBALDO FREIRE - Doutor (PhD) em Ecologia, UnB, Brasília, DF
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis–IBAMA
10h45 às 11h40 (auditório do bloco C) – Palestra
13 Anos da Política Nacional de Educação Ambiental
Música Regional: Dupla de estudantes da Escola Estadual João Carlos Flores
13h30 às 15h30 (salas de aula) – Apresentação Oral
Apresentação de trabalhos completos
13h00 às 13h20 (corredor) – Apresentação cultural
Relatos de Experiência
15h30 às 17h30 (corredor) – Apresentação de Painel
Apresentação de resumos e resumos expandidos
Atividades Paralelas
Divulgação de livros e publicações (nos pátios inferior e superior)
Para divulgar seu livro, clique aqui
Visita técnica ao Centro de Educação Ambiental Polonês (CEA Polonês)
Exposição de Fotografia Amadora em Varal (corredor)
Feira de Trocas e Sebo (pátio Inferior)
08 de agosto de 2012 (quarta-feira)
08h00 (auditório do Bloco A) – Mesa redonda 01
Educação Ambiental em Unidades de Conservação
Educação Ambiental em Unidades de Conservação pelo Ecoturismo Aquático
Alexandre de Gusmão Pedrini - Professor associadoda Universidade do estado do Rio de Janeiro - Diretor da Sociedade Brasileira de Ecoturismo e facilitar da REARJ
A Educação Ambiental como Força Local para a Apropriação Social de Unidades de Conservação: A Experiência de Costa Rica-MS
Wilson Matheus - Secretário Municipal de Turismo, Meio Ambiente, Esporte e Cultura de Costa Rica - MS
Educação Ambiental e Ecoturismo no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira: Conectando Natureza, Visitante e Comunidade Local
Clayton Ferreira Lino - Presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica
Mediador: Sylvia Torrecilha - Gerência de Unidades de Conservação do IMASUL
08h00 (auditório do bloco C) – Apresentação cultural
Teatro de bonecos “No Caminho das Águas” (Polícia Militar Ambiental – PMA)
08h15 (auditório do bloco C) – Mesa redonda 2
Educação Ambiental em espaços escolarizados
SED – Secretaria Estadual de Educação
- Ruberval Angelo Furtado - Superintendente de Políticas de Educação
SEMED - Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande
Prof.ª Msc. Michelle Bittar Nobre
UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
- Prof.ª Dra. Ângela Maria Zanon
UEMS - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
- Prof.º João Mianutti
Coral da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)
10h15 (auditório do Bloco A) – Mesa redonda 3
A Educação Ambiental no âmbito dos recursos hídricos
Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL
Gestão Participativa em Recursos Hídricos
- Angélica Haralampidou – Gerente da Gerencia de Recursos Hídricos - IMASUL -
Itaipu Binacional
Projeto Cultivando Água Boa
- Nelton Miguel Friedrich – Diretor de Coordenação de Meio Ambiente
Agência Nacional de Águas (ANA)
- Luis Gustavo Miranda Mello - Gerente de Capacitação – GECAP/SAG
Mediador: José Carlos Barbosa – Presidente da Sanesul
10h00 (auditório do bloco C) – Apresentação cultural
Coral Aves Pantaneiras (Universidade Católica Dom Bosco – UCDB)
10h15 (auditório do bloco C) – Mesa redonda 4
Responsabilidade Sócio-Ambiental das Empresas no Estado de Mato Grosso do Sul, utilizando a Educação Ambiental
CESP - Companhia Energética de São Paulo
Claudio Luiz Peretti – Gerente de divisão de Gerenciamento Ambiental de Reservatórios
FIBRIA - Celulose SA
Umberto Caldeira Cinque - Gerente Geral de Meio Ambiente Industrial
ETH – Bioenergia
COPAGAZ
Elizete Neto Tavares Paes - Presidente do Comitê de Sustentabilidade Empresarial da COPAGAZ
Mediador: Ana Maria Rosa – Associação dos Engenheiros Ambientais e Sanitaristas de Mato Grosso do Sul – AESA/MS
13h30 às 17h30 (salas de aula)
Minicursos e/ou oficinas (salas de aula)
Veja a lista de minicursos e oficinas aqui
Atividades Paralelas
Divulgação de livros e publicações (nos pátios inferior e superior)
Para divulgar seu livro, clique aqui
Visita técnica ao Centro de Educação Ambiental Polonês (CEA Polonês)
Exposição de Fotografia Amadora em Varal (corredor)
Feira de Trocas (pátio Inferior)
Sebo (pátio Inferior)
09 de agosto de 2012 (quinta-feira)
08h00 às 08h15 (auditório do Bloco C) – Apresentação cultural
Coral da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)
08h15 às 09h45 (auditório do Bloco C) – Mesa-redonda 5
Educação Ambiental em Espaços não Escolarizados
A Educação Ambiental em órgãos Ligados ao SISNAMA
- Major Ednilson Paulino Queiroz - Polícia Militar Ambiental de MS
A Educação Ambiental na Sociedade Civil
- Rodrigo Motta - Membro do Comitê Sul-mato-grossense para Rio + 20
A Educação Ambiental em órgãos Municipais
- Juliana Casadei - Secretaria de Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano
As Redes Como Instrumento de Educação Ambiental
- Heitor Medeiros - Rede Brasileira de Educação Ambiental - REBEA
Mediador: Liliane Lacerda - Instituto Amigos da Serra da Bodoquena - IASB
10h00 às 11h45 (auditório do Bloco C) – Mesa redonda 6
Política e Ações e Educação Ambiental nos Estados, Experiências e Desafios
Mato Grosso
- Vânia Márcia César Guedes Montalvão – Superintendente de Educação Ambiental-SEMA
Ceará
- Maria Jose de Sousa Holanda – COMPAM/ SEMACE
Rio de Janeiro
- Lara Moutinho da Costa - Superintende de Educação Ambiental do INEA
Mato Grosso do Sul
Eliane Maria Garcia – Coordenadora da Unidade de Educação do Imasul
Mediador: Deputado Márcio Monteiro – Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembléia
13h30 às 17h00 (salas de aula) – Trabalho em Grupo
Oficina Estadual para Construção da Política Estadual de Educação Ambiental
Apresentação da metodologia da consulta pública realizada em MS
Trabalhos em grupo nas salas de aula, separadas por temática
Conheça as normas para participar da oficina e inscreva-se clicando aqui
Aproveite para conhecer o processo de construção da Política de Educação Ambiental de Mato Grosso do Sul!
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