Uma dica pra quem quer saber mais sobre o ecoturismo no Brasil. Um livro sobre a gestão dos parques estaduais de São Paulo foi lançado pelo Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo na Região da Mata Atlântica.
Esse livro conta com detalhes como é feito o trabalho de preservação dessas áreas, e como isso é transformado em turismo sustentável. O projeto executa atividades como essa desde 2006, quando estava em fase de planejamento. http://www.ambiente.sp.gov.br/ecoturismo/files/2013/10/LivroEcoturismo2013.pdf
fonte: http://blogs.estadao.com.br/eldorado-socioambiental/livro-sobre-ecoturismo-e-gratuito-pela-web/
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Santa Catarina pode flexibilizar legislação do corte da araucária
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-01-26/santa-catarina-pode-flexibilizar-legislacao-do-corte-da-araucaria#.UQgi4TYSLlY.twitter
Meio Ambiente
Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Os resultados obtidos pelo Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina podem alterar significativamente algumas medidas ambientais altamente restritivas no estado. Um exemplo é a relação dos moradores de áreas próximas a florestas e até própria legislação em relação à araucária, espécie com corte proibido.
A pesquisa, além de coletar material, também conversou com os moradores das regiões no entorno das florestas para saber quais as espécies de plantas nativas mais utilizadas, os usos atuais e potenciais e a importância que estas espécies têm para a população, do ponto de vista econômico, social e cultural. Foram feitas mais de 700 entrevistas ao longo de 2010.
“A gente observou que o número de araucárias, que é uma espécie com corte proibido, por exemplo, é muito maior do que se imaginava”, disse Daniel Piotto, gerente executivo de Informações Florestais do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Apesar disto, a restrição é mantida. O resultado, segundo relatos de moradores locais, é que, muitas vezes, proprietários de terra eliminam as araucárias ainda pequenas que brotam no meio de pastos para evitar problemas com a lei posteriormente, quando se tornarem árvores.
“A ideia da lei é proteger, mas você está restringindo cada vez mais desta forma”, avaliou Piotto, explicando que o volume de novas árvores da espécie não tem aumentado como ocorreria se as restrições fossem flexibilizadas. O gerente do SFB disse que a conclusão acendeu um debate no estado. Autoridades ambientais e de outras áreas estão reavaliando as medidas em relação à araucária para avaliar se realmente é possível e necessário flexibilizar as regras.
Um pouco acima do mapa brasileiro, no Distrito Federal um levantamento semelhante foi realizado nas florestas do cerrado, com apoio de pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB). “No DF, fizemos mais um teste metodológico. O inventario nacional tem grade de 20 por 20 quilômetros [distância entre os pontos onde as equipes definem para coleta e análise]. No Distrito Federal temos grades mais densas de 5 ou 10 quilômetros de distância porque a área é menor e muito urbanizada”, explicou Piotto.
Os dados oficiais do cerrado ainda não foram consolidados, mas, segundo o gerente do SFB não foram constatadas tantas novidades como em Santa Catarina. “Com muita interferência do homem, a vegetação em volta das cidades sofre com incêndios florestais quase todo ano. Do ponto de vista de volume de madeira temos pouco material, mas temos uma quantidade significativa de espécies. É totalmente diferente de Santa Catarina”.
O levantamento no Distrito Federal foi realizado em três meses, por três equipes formadas por 15 pessoas cada. Ainda sem a consolidação dos dados oficiais, Piotto adianta que o cerrado deve trazer importantes detalhes sobre o uso de produtos não madeireiros.
Edição: Fábio Massalli
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Download do cd sobre o corredor ecológico da mantiqueira
http://www.valornatural.org.br/info_02.html
no site há o link para o Download do cd sobre o corredor ecológico da mantiqueira
no site há o link para o Download do cd sobre o corredor ecológico da mantiqueira
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
RS: Empresa terá de pagar mais de R$ 26,5 milhões por desmatamento de 600 hectares em área de mata atlântica
Publicado em dezembro 20, 2012 por HC
http://www.ecodebate.com.br/2012/12/20/rs-empresa-tera-de-pagar-mais-de-r-265-milhoes-por-desmatamento-de-600-hectares-em-area-de-mata-atlantica/
Área devastada na Serra gaúcha tem cerca de 600 hectares
O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional da República da 4ª Região (PRR4), conseguiu na Justiça a condenação de empresa gaúcha por dano ambiental perpetrado na Fazenda Faxinal, imóvel situado no interior de São Francisco de Paula (RS). A Perini & Cia. Ltda. desmatou área de mata atlântica de cerca de 600 hectares, o equivalente a 600 campos de futebol. Entre idas e vinda de um imbróglio judicial que se estende há mais de 20 anos, a 2ª seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu que, além de recuperar a área, a empresa terá de pagar indenização de R$ 26.511.119,00.
O caso teve início ainda na década de 80, quando a Perini & Cia. Ltda. recebeu sucessivas autorizações para desmatar, dentro de determinados limites, partes da propriedade. Porém, clandestinamente, a empresa devastou com corte raso os 600 hectares de mata nativa, até que o dano foi descoberto por piloto que sobrevoou a região em fevereiro de 1989 – antes dos atos, a Fazenda Faxinal possuía 947 hectares, sendo 800 de cobertura florestal.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tomou providências, autuando a empresa. Novas vistorias mostraram que a Perini reflorestara a área com Eucalyptus spp. e Pinus elliotti, espécimes voltadas à produção de madeira, e desrespeitara até mesmo as áreas de preservação permanente adjacentes aos córregos e olhos d’água.
Já na Justiça, a Perini alegou, entre outras teses de defesa, a venda do imóvel para a empresa Transpinho (realmente, houve transferência dos direitos de desmatar a área em 1982; em 1984, a Perini arrendou a propriedade à Transpinho e, finalmente, em 1986, a área foi alienada à Transpinho). No entanto, a Perini foi condenada em primeira instância a recuperar a área e pagar os R$ 26.511.119,00. As teses da defesa não foram aceitas, especialmente porque a transferência do imóvel foi considerada como mero subterfúgio formal, caracterizando abuso do instituto da personalidade jurídica. Em grau de apelação, porém, a hipótese de abuso da personalidade jurídica foi rechaçada. Com isso, a Perini viu a indenização ser reduzida a apenas 10% do valor fixado na sentença, já que a 3ª Turma do TRF4 considerou-a apenas parcialmente responsável pelo dano.
Irresignado, a PRR4 interpôs embargos infringentes, solicitando a reforma do acórdão, para que a condenação dos mais de R$ 26,5 milhões fosse mantida. Argumentou que ambas as empresas (Perini e Transpinho) possuíam negócios em comum, pertenciam ao mesmo grupo econômico, apresentavam suas sedes sociais no mesmo endereço e, sobretudo, tinham os mesmos sócios controladores. “O abuso da personalidade jurídica resta revelado quando se toma em consideração a confusão patrimonial que se verifica entre as empresas Perini e Transpinho”, afirmou o MPF em sua manifestação. “A transferência de propriedade deu-se como mera forma jurídica vazia de conteúdo. […] Com vista ao encadeamento dos fatos, não é possível desconsiderar que criação da segunda empresa teve entre os seus objetivos iniciais, senão o principal, dificultar a responsabilização pelo grave dano ambiental provocado, permitindo que seus sócios enriquecessem ilicitamente com o mesmo, de forma impune”.
A 2ª seção do TRF4, em voto de desempate, deu provimento aos embargos infringentes do MPF. Da decisão, cabe recurso aos Tribunais Superiores.
Acompanhe o caso: Embargos infringentes nº 2008.71.99.003999-0 (TRF)
Fonte: Procuradoria Regional da República da 4ª Região (PRR4)
EcoDebate, 20/12/2012
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Floresta Estacional Sempre-Verde é reconhecida como novo tipo de vegetação brasileira
http://amarnatureza.org.br/site/floresta-estacional-sempre-verde-e-reconhecida-como-novo-tipo-de-vegetacao-brasileira,83880/
18 de dezembro de 2012 12:54
Floresta Estacional Sempre-Verde é reconhecida como novo tipo de vegetação brasileira
Vitor Abdala
Agência Brasil
Rio de Janeiro – A partir de agora, um novo tipo de vegetação passará a constar oficialmente em mapeamentos florestais do país. A Floresta Estacional Sempre-Verde, que existe apenas no estado de Mato Grosso, já havia sido identificada há alguns anos, mas só agora passou a constar oficialmente no Sistema de Classificação da Vegetação Brasileira. A descrição do novo tipo de vegetação aparece na segunda edição do Manual Técnico da Vegetação Brasileira, lançada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O livro, elaborado por engenheiros florestais, agrônomos, biólogos, geógrafos e geólogos, traz metodologias para a realização de estudos, mapeamentos e pesquisas da vegetação no país. Também chamada de Floresta Estacional Perenifólia, a vegetação se caracteriza pela manutenção de uma coloração muito verde, mesmo em períodos de estiagens.
A floresta se estende por toda a região da Bacia Sedimentar dos Parecis e parte das depressões do Guaporé, Paraguai, Araguaia e Planalto do Tapirapuã. Segundo o IBGE, a vegetação ocorre em áreas de clima tropical que tem duas estações bem distintas: uma chuvosa e uma seca (que varia entre quatro e seis meses).
Três subtipos da vegetação foram identificados: as variações aluvial, de terras baixas e de submontanha. Na floresta aluvial, que pode ser encontrada nas calhas dos rios Culuene, Teles Pires, Verde, Arinos, Sangue, Juruena, Juína, Jauru e Guaporé, as árvores têm, em média 25 metros de altura.
A floresta das terras baixas pode ser encontrada nos terrenos sedimentares das depressões dos rios Paraguai, Guaporé e Araguaia, em altitudes em torno de 200 metros. Nesse subtipo de floresta, as árvores têm, em média, de 35 a 40 metros de altura.
Já a floresta de submontanha, que tem árvores medindo acima de 30 metros, ocorre nos terrenos sedimentares do Planalto dos Parecis, especialmente na região do Alto Xingu, em altitudes que variam de 300 a 450 metros.
A Floresta Estacional Sempre-Verde se junta a outros tipos de vegetação que ocorrem no Brasil, como as florestas ombrófilas (típicas da Amazônia e da Mata Atlântica), as savanas e a Caatinga.
18 de dezembro de 2012 12:54
Floresta Estacional Sempre-Verde é reconhecida como novo tipo de vegetação brasileira
Vitor Abdala
Agência Brasil
Rio de Janeiro – A partir de agora, um novo tipo de vegetação passará a constar oficialmente em mapeamentos florestais do país. A Floresta Estacional Sempre-Verde, que existe apenas no estado de Mato Grosso, já havia sido identificada há alguns anos, mas só agora passou a constar oficialmente no Sistema de Classificação da Vegetação Brasileira. A descrição do novo tipo de vegetação aparece na segunda edição do Manual Técnico da Vegetação Brasileira, lançada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O livro, elaborado por engenheiros florestais, agrônomos, biólogos, geógrafos e geólogos, traz metodologias para a realização de estudos, mapeamentos e pesquisas da vegetação no país. Também chamada de Floresta Estacional Perenifólia, a vegetação se caracteriza pela manutenção de uma coloração muito verde, mesmo em períodos de estiagens.
A floresta se estende por toda a região da Bacia Sedimentar dos Parecis e parte das depressões do Guaporé, Paraguai, Araguaia e Planalto do Tapirapuã. Segundo o IBGE, a vegetação ocorre em áreas de clima tropical que tem duas estações bem distintas: uma chuvosa e uma seca (que varia entre quatro e seis meses).
Três subtipos da vegetação foram identificados: as variações aluvial, de terras baixas e de submontanha. Na floresta aluvial, que pode ser encontrada nas calhas dos rios Culuene, Teles Pires, Verde, Arinos, Sangue, Juruena, Juína, Jauru e Guaporé, as árvores têm, em média 25 metros de altura.
A floresta das terras baixas pode ser encontrada nos terrenos sedimentares das depressões dos rios Paraguai, Guaporé e Araguaia, em altitudes em torno de 200 metros. Nesse subtipo de floresta, as árvores têm, em média, de 35 a 40 metros de altura.
Já a floresta de submontanha, que tem árvores medindo acima de 30 metros, ocorre nos terrenos sedimentares do Planalto dos Parecis, especialmente na região do Alto Xingu, em altitudes que variam de 300 a 450 metros.
A Floresta Estacional Sempre-Verde se junta a outros tipos de vegetação que ocorrem no Brasil, como as florestas ombrófilas (típicas da Amazônia e da Mata Atlântica), as savanas e a Caatinga.
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sábado, 8 de dezembro de 2012
Encontro de Intercâmbio PMMA - Inscreva-se
http://www.pmma.etc.br/index.php?option=com_content&view=article&id=127:aberta-inscricoes&catid=80:my-blog&Itemid=542
Encontro de Intercâmbio das Iniciativas e Validação do Roteiro Metodológico
Local: Auditório do Mestrado da Universidade Nove de Julho - UNINOVE
Av. Francisco Matarazzo, 612 - prédio C - térreo (em frente ao Parque da Água Branca), Barra Funda, São Paulo, SP
Data: 11 e 12/12/2012
Objetivos:
O Encontro de Intercâmbio das Iniciativas que trabalham com os Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA) é, ao mesmo tempo, o Seminário de Consolidação sobre as atividades desenvolvidas de mobilização, capacitação e elaboração de Planos Municipais na Região Sudeste e tem como objetivos:
Promover a avaliação das atividades de mobilização e capacitação realizadas em todas as regiões e possíveis continuidades desse processo (Bloco I).
Avaliação dos PMMAs elaborados ou em elaboração, em relação a vários aspectos ligados ao seu conteúdo ou processo de elaboração e quais as principais dificuldades detectadas. Nesse sentido, serão apresentadas as experiências dos Projetos Demonstrativos - PDA, com o objetivo de se avaliar quais foram os resultados desse arranjo, assim como demais Planos, elaborados sob outro formato, como os de João Pessoa, Maringá, noroeste fluminense etc. Além disso, será aberta a possibilidade de representantes de municípios que estejam em processo de elaboração de seu PMMA apresentarem seu trabalho através de pôsteres (Bloco II).
Avaliação e validação do Roteiro Metodológico para elaboração do PMMA (Bloco III).
Proposta de continuidade das iniciativas de fomento aos PMMAs (Bloco IV).
Horário
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Atividade
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Dia 11/12/2012
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9:00 –9:30
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Credenciamento e café de boas vindas
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9:30-10:00
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Abertura Geral (MMA, SOS Mata Atlântica, ANAMMA, RMA, GIZ, Uninove)
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BLOCO I
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Mobilização e Capacitação para elaboração do PMMA: Resultados, desafios e perspectivas futuras
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10:00 – 10:30
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Mobilização e Capacitação no Sudeste (Ambiental Consulting)
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10:30 – 10:50
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Mobilização e Capacitação no Nordeste (Gambá)
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10:50 – 11:10
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Mobilização e Capacitação no Sul (Miraserra)
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11:10 – 11:30
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Mobilização e Capacitação Vale do Ribeira (ISA)
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11:30 – 12:30
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Mesa redonda: Continuidades para mobilização e capacitação (AC, Gambá, Miraserra, ISA)
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12:30 – 14:00
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Almoço
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BLOCO II
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PMMAs em elaboração – desafios e oportunidades
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14:00 – 14:20
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Resultado das avaliações sobre entraves ao PMMA nos municípios (Ambiental Consulting/ Uninove)
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14:20 – 14:40
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Elaboração de PMMAs demonstrativos nas Regiões Sul e Centro-Oeste (Miraserra)
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14:40 – 15:00
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Elaboração de PMMAs demonstrativos nas Região Nordeste (Gambá)
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15:00 – 15:20
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Elaboração do PMMA de Eldorado - Vale do Ribeira, SP (ISA)
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15:20 – 15:40
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Café
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15:40 – 16:00
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PMMAs dos 15 municípios do noroeste fluminense (SEA/AEMERJ)
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16:00 – 16:20
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PMMA João Pessoa
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16:20 – 16:40
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PMMA Maringá
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16:40 – 17:00
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Processo de mobilização e elaboração do PMMA em 17 municípios de SP (SOS Mata Atlântica)
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17:00 – 18:00
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Mesa redonda: Continuidades na elaboração e implementação dos PMMAs
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APRESENTAÇÃO DE PÔSTERES
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14:00 – 18:00
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Paralelo às palestras: Apresentação de pôsteres pelos municípios que estejam desenvolvendo o seu PMMA – abertos àqueles que se inscreverem
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Dia 12/12/2012
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BLOCO III
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Roteiro metodológico
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9:00 – 11:00
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Avaliação a validação do Roteiro Metodológico (Projeto de Proteção da Mata Atlântica II)
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BLOCO IV
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Continuidades do programa de fomento aos PMMAs
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11:00 – 12:00
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Mesa redonda: Continuidades aos programas de fomento aos PMMAs (participantes órgãos estaduais, Projeto de Proteção da Mata Atlântica II, ANAMMA, SOS Mata Atlântica, RMA, Pacto Pela Restauração da Mata Atlântica)
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12:00 – 12:30
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Encerramento
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Inscrições e informações para apresentação de pôster: até o dia 03/12/2012. Enviar o texto e layout para aprovação ao e-mail: sandra@ambiental.etc.br
Realização: Projeto Proteção da Mata Atlântica II
O Projeto “Proteção da Mata Atlântica II” é um projeto do governo brasileiro, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, no contexto da Cooperação Técnica e Financeira Brasil – Alemanha, no âmbito da Iniciativa Internacional de Proteção ao Clima (IKI) do Ministério do Meio Ambiente, da Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha (BMU). Prevê apoio técnico através da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, e apoio financeiro através do KfW Entwicklungsbank (Banco Alemão de Desenvolvimento), por intermédio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade - Funbio”.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
MP questiona impactos de eco resort em Arraial do Cabo
Hotel de 516 quartos seria construído em área de restinga
EMANUEL ALENCAR
Publicado:
3/12/12 - 23h22
Imagem do ecoresort que está em processo de licenciamento na Restinga de Massambaba, em Arraial do Cabo
RIO — No meio do caminho tinham um pássaro, uma árvore, um cágado e uma lagartixa. A proteção a espécies ameaçadas de extinção é o combustível da polêmica que envolve o licenciamento de um eco resort na Área de Proteção Ambiental (APA) de Massambaba, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos. Com atividades de hotelaria, ecoturismo e pesquisa, o resort, com 519 quartos em três módulos, seria instalado numa Zona de Conservação da Vida Silvestre (ZCVS).
Em relatório enviado à 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Arraial do Cabo, o Grupo de Apoio Técnico Especializado (Gate) do Ministério Público Estadual afirma que o Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento apresenta “falhas e omissões”. Uma das falhas seria a ausência do mapeamento das Áreas Preservação Permanente da região. A primeira audiência pública para discutir o assunto estava marcada para amanhã, em Arraial, mas foi adiada a pedido do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). A nova data ainda não foi confirmada.
Empresa nega impacto
A empresa Ecoresort Empreendimentos de Ecoturismo S/A argumenta que o resort vai gerar mil postos de trabalho diretos e garante que ele não vai causar impacto significativo ao ecossistema. Do outro lado, ambientalistas denunciam que o resort é incompatível com a preservação das espécies. Bióloga da UFRJ e especialista em restinga, Amanda Navegantes defende uma mudança da área do projeto:
— As restingas já estão ameaçadas por conta da expansão imobiliária. Este empreendimento ficaria numa área preservada. Defendemos um novo licenciamento e proposta de mudança de área.
Além de uma árvore (Casearia sessiliflora) e do pássaro formigueiro-da-praia (Formicivora litorallis), as outas espécies ameaçadas que vivem na Massambaba são o cágado-amarelo (Acanthochelys radiolata) e a lagartixa-da-areia (Liolaemus lutzae).
O arquiteto e paisagista Pierre-André Martin, porta-voz do empreendimento, afirma que a empresa está preparando documentos complementares para responder aos questionamentos do MP.
— Temos toda a preocupação em ajudar a preservar estas espécies. Queremos que os ambientalistas sejam os fiscalizadores. Hoje há um processo de favelização da APA.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mp-questiona-impactos-de-eco-resort-em-arraial-do-cabo-6918809#ixzz2E4V543um
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
download “RESTINGA” Conceitos e Empregos do Termo no Brasil e Implicações na Legislação Ambiental
download “RESTINGA” Conceitos e Empregos do Termo no Brasil e Implicações na Legislação Ambiental
http://www.ambiente.sp.gov.br/wp-content/uploads/publicacoes/instituto_geologico/restinga.zip
outras publicações em
http://www.ambiente.sp.gov.br/publicacoes/page/2/
http://www.ambiente.sp.gov.br/wp-content/uploads/publicacoes/instituto_geologico/restinga.zip
outras publicações em
http://www.ambiente.sp.gov.br/publicacoes/page/2/
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Apresentação dos resultados do projeto "Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica
Observatório Parlamentar Socioambiental
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=366074520151781&set=a.179896112102957.41489.163127353779833&type=1&theater
Apresentação dos resultados do projeto "Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (RS, SC, PR e MS)" e lançamento do Manual e DVD.
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
Seminário discute a comercialização de frutas nativas da Mata Atlântica
Proposta é promover produtos no mercado consumidor e estudar a inclusão dessas espécies na recuperação do bioma
por Globo Rural On-line
http://revistagloborural.globo.com/Revista/Common/0,,EMI323008-18532,00.html
O caju é uma das frutas nativas da Mata Atlântica mais populares no país
Na próxima quinta-feira (8/11) a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e o Instituto Florestal da Secretaria de Estado do Meio Ambiente realizarão um seminário para discutir o comércio de frutas nativas da Mata Atlântica. Intitulado “Frutas da Mata Atlântica - O Sabor da Diversidade”, o encontro ocorre na sede do próprio Instituto Florestal, em São Paulo.
A ideia, segundo os organizadores, é promover as frutas da Mata Atlântica no mercado consumidor e estudar a inclusão dessas espécies na recuperação do bioma, visando retorno econômico. Apesar de muitas serem conhecidas, como é o caso da jabuticaba e do caju, muitas outras ainda não são. Vários especialistas já confirmaram presença, com destaque para Clayton Lino, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica; Márcia Marques, pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas; Douglas Bello, empreendedor de agronegócios e Natalia Ivanauskas, pesquisadora científica do Instituto Florestal.
Degustação
Durante o evento, pequenos produtores, produtores industriais e colecionadores de espécies frutíferas também farão apresentações sobre seus trabalhos desenvolvidos. Junto com o seminário, haverá barracas de diversas comunidades produtoras de frutas para degustação, distribuição de mudas e sementes frutíferas, nativas da Mata Atlântica.
A Mata Atlântica é considerada o segundo bioma mais ameaçado de extinção do Planeta (só as florestas de Madagascar estão mais ameaçadas), possuindo índice altíssimo de biodiversidade - um dos maiores do mundo. É considerada um Patrimônio Nacional pela Constituição Federal e abrange total ou parcialmente 17 Estados brasileiros e mais de 3 mil municípios. Pesquisas apontam que apenas 7,84% de sua área original está preservada. É a floresta mais rica do mundo em diversidade de árvores, com muitas espécies ameaçadas de extinção e abriga 1,6 milhão de espécies de animais, incluindo os insetos.
Serviço
Seminário "Frutas da Mata Atlântica - O Sabor da Diversidade”
Data: 08/11/2012 (quinta-feira)
Horário: 9h às 17h
Local: Sede do Instituto Florestal – Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal)
O acesso ao local do evento será pela Rua Luiz Carlos Gentile de Laet, 553
Público alvo: Agentes públicos, pesquisadores, estudantes, comunidades e produtores rurais, indústrias alimentícias, público consumidor.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Polícia apreende mais de 1 tonelada de carvão em reserva ambiental
22 / 10 / 2012
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/10/22/88234-policia-apreende-mais-de-1-tonelada-de-carvao-em-reserva-ambiental.html
A Polícia Ambiental apreendeu 1,6 tonelada de carvão feito a partir de madeira nativa da Mata Atlântica, em Juquiá, no Vale do Ribeira. Cinco pessoas foram detidas e vão responder pelo crime em liberdade.
Os policiais chegaram ao local durante uma operação para combater a caça de animais silvestres. Em uma mata do bairro Paiol, as equipes descobriram madeiras e uma grande área desmatada. Boa parte dela já havia virado carvão.
Os fornos para a transformação da madeira nativa em carvão são feitos com barro, de forma improvisada, e estavam escondidos no meio da mata. Um deles foi encontrado ainda em atividade pelos policiais.
O tenente Robson Alessandro Barbosa, da Polícia Militar, explica como funciona o processo clandestino. “Ele é fabricado, retirado com trator e levado para um armazenamento clandestino. E, posteriormente, é transportado para grandes cidades em caminhões furgão como uma forma de dificultar a fiscalização ambiental.”
As cinco pessoas que trabalhavam no local foram levadas para a delegacia, onde assinaram um documento e vão responder em liberdade. Além do carvão, distribuídos em 170 sacos prontos para venda e carregados para transporte, além de uma arma sem registro foram apreendidos pela polícia.
O tenente da PM ainda explica que o ato configura crime de atividade potencialmente poluidora. “O fato de cozinhar o carvão sem autorização, e o transporte de carvão sem a devida licença também é crime ambiental”, afirma. (Fonte: G1)
sábado, 13 de outubro de 2012
Reunião Aberta do GT Meio Ambiente
GT de Meio Ambiente Rede Nossa São Paulo ( GTMA)
http://gtmeioambienteredenossasp.blogspot.com.br/2012/10/primeiro-evento-publico-do-forum.html#
Convidamos para a próxima Reunião Aberta do GT Meio Ambiente, que será realizada no dia 16 de outubro, terça-feira, das 19h30 às 21h30, na Sede da SOS Mata Atlântica.
A proposta de pauta para esta reunião:
- Apresentação dos participantes;
- Informes (15 − 20 min):
Conferência Nacional de Des Regional - resp. Nina e o Cícero
A Conferência de MA - resp. Nina
Diadesol - resp Nina
Informes da reunião Inter-GTs - resp. Fernando
- Código Florestal - quais os impactos do código aprovado e quais são os próximos passos (Bello -a confirmar - 5 − 10 min);
- Cidades Sustentáveis - Ariel ou Fernando e Nina - 5 min;
- Construção do Plano de Metas - ítens GTMA - Fernando - 5 a 10 min;
- Encontro com candidatos - Debate do eleitor - 22 de outubro - Fernando - 5 a 10 min;
- Resultados preliminares da avaliação dos PLs (Gilberto e Victoria - a confirmar 15 min); e
- Sugestões de atuação do GTMA para 2013 (na Câmara, junto a prefeitura, secretário etc).
Local: sede da SOS Mata Atlântica - Conjunto Nacional - prédio Horsa I – Av. Paulista 2073 – 22º. Andar.
Horário: 19h30 as 21h30.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
SEMANA C&T - 2012 PROGRAMAÇÃO - RESENDE
local espaço Z Av. gustavo jardim, ao lado da maternidade APMIR Centro da cidade (perto da rodoviária velha)
Resende -RJ
8h – A experiência do CE Dr João Maia em Educação Ambiental – Genise de Moura Freitas Ferreira (SEEDUC/RJ)
Relato da experiência pedagógica dos projetos: Jornada de Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar. O primeiro acontece anualmente desde 2006 e tem como principal objetivo estimular práticas de Educação Ambiental que envolvam a comunidade escolar e parceiros. O segundo é resultado do Curso de Aperfeiçoamento Educação Ambiental e Agenda 21 escolar: formando elos de cidadania à distância, promovido pela UERJ em 2009 e que teve como finalidade redigir a Agenda 21 da escola.
9h – Arquitetura sustentável – Wellington Renó Kneip (PMR)
Os caminhos da sustentabilidade na arquitetura e no urbanismo. O que podemos fazer já e o que podemos buscar para o futuro.
10h – Ações do Ministério Público Federal em questões ambientais – Izabella Marinho Brant (MPF/RJ)
Pretende-se apresentar um panorama da tutela do meio ambiente na Constituição Federal de 1988, apontando as atribuições do Ministério Público Federal em matéria ambiental, com enfoque nas questões que ensejam maior atuação nos municípios da região.
11h – Desenvolvimento econômico e preservação ambiental: um paradoxo? – Gláucio Julianelli (CMR)
Discussão dos dois pontos essenciais ao desenvolvimento humano na Região das Agulhas Negras, cujas cidades apresentam semelhantes aspectos culturais, educacionais, geográficos e econômicos. São analisadas também a situação atual e as possibilidades futuras das principais vertentes de crescimento: Indústria, Agricultura e Pecuária, Comércio e Serviços.
14h –"Mata Atlântica – Conhecer para conservar e usufruir de forma sustentável" – Adriana Deslandes – (SEEDUC/RJ)
A conservação da Mata Atlântica vem sendo cada vez mais importante devido à grande riqueza de biodiversidade que abriga em uma área tão pequena já tão devastada historicamente. Hoje, uma boa parte, encontra-se preservada em locais de difícil acesso, ou protegidas em Unidades de Conservação. Sua riqueza de espécies e os diferentes gradientes de vegetação que vão mudando a paisagem de acordo com a altitude – desde a beira-mar até os picos das serras – possibilitam uma gama enorme de recursos naturais que precisam ser conhecidos e usufruídos de forma sustentável para que possam ser aproveitados sem que, para isso, sejam extraídos ou esgotados. O intuito deste trabalho é o de apresentar este rico ecossistema, informar sobre os impactos que o homem vem causando a ele e como podemos conservar os fragmentos que restam de forma sustentável para as atuais e futuras gerações.
15h – Reflexões sobre a relação Homem-Natureza – Priscilla Maia Rangel (EICOS/UFRJ)
Com base em pesquisa de doutoramento no Programa de Estudos Interdisciplinares de Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social, do Instituto de Psicologia da UFRJ, a palestra visa apresentar as ideias centrais do pensamento naturalista do psicossociólogo francês Serge Moscovici (1925), um dos inventores da ecologia nos anos de 1970. Segundo as ideias do autor, ao buscar libertar o homem da selvageria da natureza, a modernidade teria apresentado uma série de restrições onerosas e insustentáveis. A lógica dominante seria a de que a sociedade é uma modalidade de esquecimento da natureza. E a ecologia é proposta como o estudo das inter-relações complexas homem e natureza.
16h – Biodiesel como alternativa energética – Wolney de Jesus Jardim (SEEDUC/RJ)
O Brasil tem procurado alternativas aos combustíveis fósseis. Uma das experiências mais promissoras é o biodiesel, que é um combustível de origem vegetal capaz de diminuir a emissão de carbono e, em consequência, os efeitos na atmosfera, que podem gerar efeito estufa e aquecimento global. Há várias matérias primas possíveis para a produção do "diesel verde", entre elas algumas que são de consumo humano. Assim nasce o dilema: plantar para comer ou para gerar energia?
QUINTA-FEIRA - 18 DE OUTUBRO
8h – Projeto Utopia: cidade sustentável – Rudolf Rotchild Costa Cavalcante (SEEDUC/RJ)
Partindo das ideias de Zigmunt Bauman e Thomas Morus, a proposta pedagógica foi fazer com que os alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Pedro Braile Neto, Colégio Estadual Doutor João Maia e Colégio Resende pudessem explorar a discussão sobre o conceito de desenvolvimento sustentável através de um Projeto que os fizesse pensar numa cidade que pudesse ser totalmente sustentável. Usando uma metodologia integrativa entre arte e sociologia, cada projeto de cidade produziu conhecimento a partir de diálogos, intervenções, discussões e apresentações.
9h - O desafio da sustentabilidade: entre a quebra de paradigmas e a perspectiva unilateral capitalista – Frederico S. Ribeiro (SEEDUCRJ)
Os últimos 100 anos da história humana foram marcados por evoluções tecnológicas sem precedentes. Cada vez mais a razão humana e a ciência avançaram na tentativa de dominar a natureza. Esse esforço humano não ocorreu ao acaso, ao contrário, foi determinado pela conjuntura histórica da sociedade ocidental pós revolução industrial. A relação entre o homem e o ecossistema foi mediatizada pela visão técnico-científica à serviço do sistema capitalista. A natureza passou a ser percebida somente como uma fonte de recursos, de matérias primas, simples insumos para o processo industrial. O impacto da industrialização na natureza foi tão intenso quanto na sociedade, ao mesmo tempo o sistema capitalista industrial produziu desigualdade social e destruição dos ecossistemas em larga escala, ou melhor, em escala nunca antes observada em toda a história humana. Temos o dever de debater se vamos querer vencer os velhos paradigmas capitalistas da sociedade de consumo, único entrave estrutural para a mudança que tanto necessitamos.
10h – A Energia Nuclear e a Sustentabilidade – João Gonçalves (INB)
A geração de energia elétrica por fonte nuclear não pode deixar de fazer parte da matriz nacional. Afinal, ela é uma forma de energia limpa, altamente produtiva, que utiliza um combustível disponível no País (o Brasil possui a sexta maior reserva de urânio do mundo, com apenas 30% de seu território prospectado) e uma tecnologia já dominada pelos técnicos brasileiros. Para que o país cresça será necessário grande investimento para que nossa matriz energética seja dotada de quantidade de geração primária suficiente para fazer frente a este crescimento. Basicamente, necessitamos realizar nos próximos 35 anos aquilo que fizemos nos últimos 70 anos, sendo que não há mais oportunidades para grandes hidrelétricas, como as do sistema Paulo Afonso, Tucurui, Itaipu e agora Belo Monte. Os benefícios do uso pacífico desta tecnologia na moderna medicina, na agricultura, na conservação de alimentos, nas ciências e na geração de energia, apontam para a necessidade premente de uma ampla discussão com a sociedade, de maneira que a tecnologia nuclear possa ser colocada a serviço da nação, de forma soberana, estratégica e vantajosa para ampliação da qualidade de vida e sustentabilidade do povo brasileiro.
11h – Avaliação das águas do alto rio Preto - Região de Visconde de Mauá (RJ/MG) – Paloma Merces Carreño (SEEDUC/RJ).
A bacia do alto rio Preto abriga a região turística de Visconde de Mauá, que encontra-se em processo de expansão econômica e populacional. Este fato, unido a falta de medidas eficazes de saneamento básico na região tem gerado a degradação da qualidade das águas dessa bacia. Uma avaliação quali-quantitativa foi realizada em 12 pontos do alto do rio Preto, no trecho compreendido entre o limite do Parque Nacional de Itatiaia à cachoeira da Fumaça.
14h – A indústria do petróleo e seus impactos – Sérgio Machado Corrêa (UERJ)
A indústria do petróleo está intimamente ligada à vida de todos. Convivemos diariamente com derivados do petróleo, como o uso de combustíveis, uso de plásticos e borrachas, tintas, vernizes, fármacos, entre tantas outras aplicações. Porém, os impactos diretos e indiretos destes derivados do petróleo são relevantes. Nesta palestra serão abordados temas desde a origem do petróleo, sua descoberta, extração, transporte e processamento, sempre com o intuito de explicitar seus impactos no meio ambiente e mostrar potenciais oportunidades no mercado de trabalho.
15h – Ações do Instituto Educa Mata Atlântica – Rita Souza
O Instituto Educa Mata Atlântica é uma Organização Não Governamental sem fins lucrativos. Desenvolve projetos que visam o desenvolvimento sustentável de populações carentes através da produção de mudas e tornou os viveiros comunitários uma realidade no Sul do Estado do Rio de Janeiro. Além dos viveiros de mudas nativas, o Instituto EDUCA, em parceria com o ITEB - Instituto Tecnológico da Borracha, mantém o Projeto Social "MARIA SERINGUEIRA" e uma unidade de plantio demonstrativa de seringueira no município de Quatis - RJ. As atividades de educação ambiental, sensibilização e treinamentos são desenvolvidas nas escolas e nas áreas de entorno aos projetos de reflorestamento e complementam o trabalho de conscientização sobre a preservação do bioma Mata Atlântica.
16h – Gestão e participação em comunidades da APA da Serra da Mantiqueira – Luis Felipe César (ONG Crescente Fértil)
Diversas iniciativas de construção da sustentabilidade a partir da gestão integrada e participativa têm ocorrido nos últimos anos na APA da Mantiqueira, envolvendo distintas comunidades, com níveis variados de efetividade. Quais são os principais atores desses processos e que resultados foram alcançados?
SEXTA-FEIRA - 19 DE OUTUBRO
8h – Promoção da saúde e mídia na educação para a sustentabilidade – Maria Olívia Brochado Baptistella, João Carlos Silva de Oliveira, Lauane Pereira Cardoso e Eliandra Luiza Cândido (SEEDUC/RJ)
Projeto interdisciplinar desenvolvido por alunos do curso normal do CE Pedro Braile Neto nos anos de 2011 e 2012 sob orientação da professoras Pamela Ullio e Maria Cristina Tavares de Moraes Danelon. Discute a partir de uma visão crítica construtivista as doenças infantis tendo como ponto culminante a produção de um DVD que será avaliado e distribuído às escolas do município de Resende.
9h – Uso consciente dos recursos naturais – Sebastião Camargo
Estudioso e autodidata que coloca a nível molecular, quântico e comportamental a importância do uso consciente dos recursos ambientais.
10h30min – Coral EmCanto – Marlene Oliveira (PMR)
Ao longo dos três dias de debates acontecerá a Exposição Arte &Sustentabilidade – trabalhos de alunos do CE Dr João Maia orientados pelos professores Ana Lúcia Alfradique, Gustavo Nordskog e Michelle Vargas. O colégio fica na Praça Oliveira Botelho, s/nº , Centro, Resende.
SIGLAS:
SEEDUC/RJ – Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.
PMR – Prefeitura Municipal de Resende.
MPF/RJ – Ministério Público Federal do Rio de Janeiro.
CMR – Câmara Municipal de Resende.
EICOS/UFRJ – Programa de Pós- graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
CREAR – Centro de Referência em Educação Ambiental de Resende.
INB – Indústrias Nucleares do Brasil.
UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro
mais informações:
promocaodasaude2012.blogspot.com.br
e o e-mail é bethpam@hotmail.com
Resende -RJ
SEMANA C&T - 2012
PROGRAMAÇÃO - RESENDE
QUARTA-FEIRA - 17 DE OUTUBRO
8h – A experiência do CE Dr João Maia em Educação Ambiental – Genise de Moura Freitas Ferreira (SEEDUC/RJ)
Relato da experiência pedagógica dos projetos: Jornada de Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar. O primeiro acontece anualmente desde 2006 e tem como principal objetivo estimular práticas de Educação Ambiental que envolvam a comunidade escolar e parceiros. O segundo é resultado do Curso de Aperfeiçoamento Educação Ambiental e Agenda 21 escolar: formando elos de cidadania à distância, promovido pela UERJ em 2009 e que teve como finalidade redigir a Agenda 21 da escola.
9h – Arquitetura sustentável – Wellington Renó Kneip (PMR)
Os caminhos da sustentabilidade na arquitetura e no urbanismo. O que podemos fazer já e o que podemos buscar para o futuro.
10h – Ações do Ministério Público Federal em questões ambientais – Izabella Marinho Brant (MPF/RJ)
Pretende-se apresentar um panorama da tutela do meio ambiente na Constituição Federal de 1988, apontando as atribuições do Ministério Público Federal em matéria ambiental, com enfoque nas questões que ensejam maior atuação nos municípios da região.
11h – Desenvolvimento econômico e preservação ambiental: um paradoxo? – Gláucio Julianelli (CMR)
Discussão dos dois pontos essenciais ao desenvolvimento humano na Região das Agulhas Negras, cujas cidades apresentam semelhantes aspectos culturais, educacionais, geográficos e econômicos. São analisadas também a situação atual e as possibilidades futuras das principais vertentes de crescimento: Indústria, Agricultura e Pecuária, Comércio e Serviços.
14h –"Mata Atlântica – Conhecer para conservar e usufruir de forma sustentável" – Adriana Deslandes – (SEEDUC/RJ)
A conservação da Mata Atlântica vem sendo cada vez mais importante devido à grande riqueza de biodiversidade que abriga em uma área tão pequena já tão devastada historicamente. Hoje, uma boa parte, encontra-se preservada em locais de difícil acesso, ou protegidas em Unidades de Conservação. Sua riqueza de espécies e os diferentes gradientes de vegetação que vão mudando a paisagem de acordo com a altitude – desde a beira-mar até os picos das serras – possibilitam uma gama enorme de recursos naturais que precisam ser conhecidos e usufruídos de forma sustentável para que possam ser aproveitados sem que, para isso, sejam extraídos ou esgotados. O intuito deste trabalho é o de apresentar este rico ecossistema, informar sobre os impactos que o homem vem causando a ele e como podemos conservar os fragmentos que restam de forma sustentável para as atuais e futuras gerações.
15h – Reflexões sobre a relação Homem-Natureza – Priscilla Maia Rangel (EICOS/UFRJ)
Com base em pesquisa de doutoramento no Programa de Estudos Interdisciplinares de Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social, do Instituto de Psicologia da UFRJ, a palestra visa apresentar as ideias centrais do pensamento naturalista do psicossociólogo francês Serge Moscovici (1925), um dos inventores da ecologia nos anos de 1970. Segundo as ideias do autor, ao buscar libertar o homem da selvageria da natureza, a modernidade teria apresentado uma série de restrições onerosas e insustentáveis. A lógica dominante seria a de que a sociedade é uma modalidade de esquecimento da natureza. E a ecologia é proposta como o estudo das inter-relações complexas homem e natureza.
16h – Biodiesel como alternativa energética – Wolney de Jesus Jardim (SEEDUC/RJ)
O Brasil tem procurado alternativas aos combustíveis fósseis. Uma das experiências mais promissoras é o biodiesel, que é um combustível de origem vegetal capaz de diminuir a emissão de carbono e, em consequência, os efeitos na atmosfera, que podem gerar efeito estufa e aquecimento global. Há várias matérias primas possíveis para a produção do "diesel verde", entre elas algumas que são de consumo humano. Assim nasce o dilema: plantar para comer ou para gerar energia?
QUINTA-FEIRA - 18 DE OUTUBRO
8h – Projeto Utopia: cidade sustentável – Rudolf Rotchild Costa Cavalcante (SEEDUC/RJ)
Partindo das ideias de Zigmunt Bauman e Thomas Morus, a proposta pedagógica foi fazer com que os alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Pedro Braile Neto, Colégio Estadual Doutor João Maia e Colégio Resende pudessem explorar a discussão sobre o conceito de desenvolvimento sustentável através de um Projeto que os fizesse pensar numa cidade que pudesse ser totalmente sustentável. Usando uma metodologia integrativa entre arte e sociologia, cada projeto de cidade produziu conhecimento a partir de diálogos, intervenções, discussões e apresentações.
9h - O desafio da sustentabilidade: entre a quebra de paradigmas e a perspectiva unilateral capitalista – Frederico S. Ribeiro (SEEDUCRJ)
Os últimos 100 anos da história humana foram marcados por evoluções tecnológicas sem precedentes. Cada vez mais a razão humana e a ciência avançaram na tentativa de dominar a natureza. Esse esforço humano não ocorreu ao acaso, ao contrário, foi determinado pela conjuntura histórica da sociedade ocidental pós revolução industrial. A relação entre o homem e o ecossistema foi mediatizada pela visão técnico-científica à serviço do sistema capitalista. A natureza passou a ser percebida somente como uma fonte de recursos, de matérias primas, simples insumos para o processo industrial. O impacto da industrialização na natureza foi tão intenso quanto na sociedade, ao mesmo tempo o sistema capitalista industrial produziu desigualdade social e destruição dos ecossistemas em larga escala, ou melhor, em escala nunca antes observada em toda a história humana. Temos o dever de debater se vamos querer vencer os velhos paradigmas capitalistas da sociedade de consumo, único entrave estrutural para a mudança que tanto necessitamos.
10h – A Energia Nuclear e a Sustentabilidade – João Gonçalves (INB)
A geração de energia elétrica por fonte nuclear não pode deixar de fazer parte da matriz nacional. Afinal, ela é uma forma de energia limpa, altamente produtiva, que utiliza um combustível disponível no País (o Brasil possui a sexta maior reserva de urânio do mundo, com apenas 30% de seu território prospectado) e uma tecnologia já dominada pelos técnicos brasileiros. Para que o país cresça será necessário grande investimento para que nossa matriz energética seja dotada de quantidade de geração primária suficiente para fazer frente a este crescimento. Basicamente, necessitamos realizar nos próximos 35 anos aquilo que fizemos nos últimos 70 anos, sendo que não há mais oportunidades para grandes hidrelétricas, como as do sistema Paulo Afonso, Tucurui, Itaipu e agora Belo Monte. Os benefícios do uso pacífico desta tecnologia na moderna medicina, na agricultura, na conservação de alimentos, nas ciências e na geração de energia, apontam para a necessidade premente de uma ampla discussão com a sociedade, de maneira que a tecnologia nuclear possa ser colocada a serviço da nação, de forma soberana, estratégica e vantajosa para ampliação da qualidade de vida e sustentabilidade do povo brasileiro.
11h – Avaliação das águas do alto rio Preto - Região de Visconde de Mauá (RJ/MG) – Paloma Merces Carreño (SEEDUC/RJ).
A bacia do alto rio Preto abriga a região turística de Visconde de Mauá, que encontra-se em processo de expansão econômica e populacional. Este fato, unido a falta de medidas eficazes de saneamento básico na região tem gerado a degradação da qualidade das águas dessa bacia. Uma avaliação quali-quantitativa foi realizada em 12 pontos do alto do rio Preto, no trecho compreendido entre o limite do Parque Nacional de Itatiaia à cachoeira da Fumaça.
14h – A indústria do petróleo e seus impactos – Sérgio Machado Corrêa (UERJ)
A indústria do petróleo está intimamente ligada à vida de todos. Convivemos diariamente com derivados do petróleo, como o uso de combustíveis, uso de plásticos e borrachas, tintas, vernizes, fármacos, entre tantas outras aplicações. Porém, os impactos diretos e indiretos destes derivados do petróleo são relevantes. Nesta palestra serão abordados temas desde a origem do petróleo, sua descoberta, extração, transporte e processamento, sempre com o intuito de explicitar seus impactos no meio ambiente e mostrar potenciais oportunidades no mercado de trabalho.
15h – Ações do Instituto Educa Mata Atlântica – Rita Souza
O Instituto Educa Mata Atlântica é uma Organização Não Governamental sem fins lucrativos. Desenvolve projetos que visam o desenvolvimento sustentável de populações carentes através da produção de mudas e tornou os viveiros comunitários uma realidade no Sul do Estado do Rio de Janeiro. Além dos viveiros de mudas nativas, o Instituto EDUCA, em parceria com o ITEB - Instituto Tecnológico da Borracha, mantém o Projeto Social "MARIA SERINGUEIRA" e uma unidade de plantio demonstrativa de seringueira no município de Quatis - RJ. As atividades de educação ambiental, sensibilização e treinamentos são desenvolvidas nas escolas e nas áreas de entorno aos projetos de reflorestamento e complementam o trabalho de conscientização sobre a preservação do bioma Mata Atlântica.
16h – Gestão e participação em comunidades da APA da Serra da Mantiqueira – Luis Felipe César (ONG Crescente Fértil)
Diversas iniciativas de construção da sustentabilidade a partir da gestão integrada e participativa têm ocorrido nos últimos anos na APA da Mantiqueira, envolvendo distintas comunidades, com níveis variados de efetividade. Quais são os principais atores desses processos e que resultados foram alcançados?
SEXTA-FEIRA - 19 DE OUTUBRO
8h – Promoção da saúde e mídia na educação para a sustentabilidade – Maria Olívia Brochado Baptistella, João Carlos Silva de Oliveira, Lauane Pereira Cardoso e Eliandra Luiza Cândido (SEEDUC/RJ)
Projeto interdisciplinar desenvolvido por alunos do curso normal do CE Pedro Braile Neto nos anos de 2011 e 2012 sob orientação da professoras Pamela Ullio e Maria Cristina Tavares de Moraes Danelon. Discute a partir de uma visão crítica construtivista as doenças infantis tendo como ponto culminante a produção de um DVD que será avaliado e distribuído às escolas do município de Resende.
9h – Uso consciente dos recursos naturais – Sebastião Camargo
Estudioso e autodidata que coloca a nível molecular, quântico e comportamental a importância do uso consciente dos recursos ambientais.
10h30min – Coral EmCanto – Marlene Oliveira (PMR)
Ao longo dos três dias de debates acontecerá a Exposição Arte &Sustentabilidade – trabalhos de alunos do CE Dr João Maia orientados pelos professores Ana Lúcia Alfradique, Gustavo Nordskog e Michelle Vargas. O colégio fica na Praça Oliveira Botelho, s/nº , Centro, Resende.
SIGLAS:
SEEDUC/RJ – Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.
PMR – Prefeitura Municipal de Resende.
MPF/RJ – Ministério Público Federal do Rio de Janeiro.
CMR – Câmara Municipal de Resende.
EICOS/UFRJ – Programa de Pós- graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
CREAR – Centro de Referência em Educação Ambiental de Resende.
INB – Indústrias Nucleares do Brasil.
UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro
mais informações:
Pamela Ullio
bióloga, msc em educação ambiental
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e o e-mail é bethpam@hotmail.com
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sábado, 29 de setembro de 2012
Programa Costa Atlântica disponibilizará até R$ 300 mil para projetos ambientais
28 de setembro de 2012
Realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, O V Edital do Programa Costa Atlântica disponibilizará até R$300 mil para projetos que visam a conservação da biodiversidade e a sustentabilidade das zonas costeira e marinha sob influência do bioma Mata Atlântica.
Os projetos devem ter prazo máximo de 12 meses para sua execução, contados a partir da data de assinatura do contrato, e devem seguir uma das duas linhas de atuação: “Criação e Consolidação de Unidades de Conservação Marinhas”; ou “Conservação e Uso Sustentável de Ambientes Marinhos e Costeiros”.
As propostas podem ser enviadas até 10 de outubro pelo site http://gerencia.sosma.org.br/costa ou pelo correio (veja o endereço no edital).
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica
Home » Secretarias e órgãos » Secretaria de Meio Ambiente » Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica
Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica
http://www.joaopessoa.pb.gov.br/secretarias/semam/plano-municipal-mata-atlantica/
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
seminario planos municipais de conservação e recuperação da mata atlantica
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Funbio apresenta Fundo da Mata Atlântica no Congresso da IUCN
29/08/2012
http://www.funbio.org.br/o-funbio/noticias/funbio-apresenta-fundo-da-mata-atlantica-no-congresso-da-iucn
O Congresso Mundial pela Conservação da IUCN será realizado entre os dias 6 e 15 de setembro na ilha de Jeju, na Coréia do Sul. O Funbio estará presente em dois eventos da Conservation Finance Alliance que discutirão a atuação dos fundos ambientais como mecanismos efetivos para a conservação. O Funbio apresentará como um caso de sucesso a experiência o Fundo da Mata Atlântica, um mecanismo desenhado para potencializar os investimentos ambientais no estado do Rio de Janeiro e oferecer novas opções de apoio para as áreas protegidas do estado.
Os eventos serão apresentados em inglês e estarão abertos ao público do congresso.
Pavilhão Planeta Protegido
Evento: Finanças da Conservação para Áreas Protegidas
Domingo, dia 09/09 às 08:30-10:30
Oficina no Samda Hall
Evento: Finanças da Conservação: gaps, análises comparativas e alternativas em um debate dinâmico
Segunda, 10/09 às 14:30-16:30
Acompanhe o congresso no site da IUCN.http://www.iucn.org/
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Capacitação para Elaboração de Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica
fonte https://www.facebook.com/cepan.ong?ref=stream
Representantes dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe participarão da Capacitação para Elaboração de Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica, que será realizada pela ONG Grupo Ambientalista da Bahia, nos dias 22, 23 e 24 de agosto, em Recife. A capacitação será iniciada com o Seminário Planos Municipais de Mata Atlântica: Os desafios da implementação. O evento é aberto ao público, no Auditório da Secretaria de Ciência e Tecnologia e será realizado das 9 às 13h, no dia 22 de agosto de 2012.
Serviço:
O quê? Seminário Planos Municipais de Mata Atlântica: Os desafios da implementação
Onde? Auditório da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Rua Vital de Oliveira, n°32, Bairro do Recife – Recife.
Quando? Quarta – feira, dia 22, das 9 às 13h
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Inscrições Abertas: curso mobilização e capacitação para elaboração dos Planos Municipais da Mata Atlântica
Inscrições Abertas: curso mobilização e capacitação para elaboração dos Planos Municipais da Mata Atlântica
fonte:http://semeia.org.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=116%3Ainscri%C3%A7%C3%B5es-abertas-curso-mobiliza%C3%A7%C3%A3o-e-capacita%C3%A7%C3%A3o-para-elabora%C3%A7%C3%A3o-dos-planos-municipais-da-mata-atl%C3%A2ntic
O artigo 38 da Lei 11.428, de dezembro de 2006, instituiu o Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica, que permite aos municípios que possuem territórios totais ou parciais em região da Mata atuar proativamente na defesa, conservação e recuperação da vegetação nativa da Mata Atlântica. O plano deve apontar ações prioritárias e áreas para a conservação e recuperação da vegetação nativa e da biodiversidade da Mata Atlântica.
A fim de incentivar esta prática e sensibilização no tema, estão abertas as inscrições para os cursos gratuitos do ‘Projeto de Mobilização e Capacitação para Elaboração e Implementação dos Planos Municipais da Mata Atlântica’, organizado pela Ambiental Consulting. Os cursos, que podem ser de forma presencial ou online, objetivam a capacitação técnica de profissionais que atuam em prefeituras, conselhos e entidades de apoio à gestão municipal.
Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo foram os estados escolhidos para o projeto. As inscrições para os cursos online estarão abertas de 10/05 a 27/07 e poderão ser efetuados até setembro de 2012.
Podem participar do projeto os técnicos das prefeituras, organizações de apoio à gestão municipal, membros dos conselhos municipais de meio ambiente e outros atores envolvidos na conservação da Mata Atlântica que possam multiplicar conhecimentos em seus municípios e garantir a efetiva elaboração e implantação dos Planos Municipais.
A carga horária é de 35 horas para os cursos presenciais, com realização feita em 5 dias em cada estado, trazendo conteúdos semelhantes e especificidades que variam de acordo com a região. Os cursos começam no fim de junho. As inscrições podem ser feitas pelo site www.pmma.etc.br, onde também serão publicadas as datas e locais.
Obs.: as informações são de inteira responsabilidade do responsável pelo edital. O Semeia não está envolvido com o edital.
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