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sábado, 15 de dezembro de 2012

Ferramenta vai ajudar especialistas a prever problemas causados por construção de portos e marinas


http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-12-15/ferramenta-vai-ajudar-especialistas-prever-problemas-causados-por-construcao-de-portos-e-marinas
Carolina Gonçalves

Repórter da Agência Brasil



Brasília – Cerca de 40% da costa brasileira sofrem algum tipo de processo de erosão. Apesar de se tratar de um fenômeno natural, a ação humana pode agravar a situação em algumas regiões. A construção de um porto, sem um planejamento que considere todas as condições locais, por exemplo, pode acelerar a degradação de praias e afetar corais.

Ainda não existem formas de prever ou medir o quanto essas interferências afetam o litoral. A expectativa entre especialistas brasileiros é que até o final do ano seja possível simular essas situações com mais precisão. Alguns pesquisadores e técnicos começam a estudar, a partir da semana que vem, um novo programa que é utilizado pelo governo espanhol e está sendo adaptado para a realidade brasileira.

“Essa ferramenta vai apoiar a identificar critérios e melhorar a construção de obras de engenharia costeira como portos, marinas e píeres e apontar ações para enfrentar os problemas de erosão que é o maior problema da nossa costa”, explicou Márcia Oliveira, bióloga do Departamento de Zoneamento Terrestre do Ministério do Meio Ambiente.

A ferramenta inclui uma espécie de banco de dados, com informações sobre marés, ondas, e sobre as condições de um determinado local. A partir desses dados, especialistas vão conseguir simular situações já estabelecidas ou projetos que ainda estão sendo cogitados, como obras de infraestrutura no litoral.

A costa brasileira é uma das mais extensas do mundo, com 7,4 mil quilômetros de praias. A gestão adequada desse patrimônio, com um planejamento prévio, poderia evitar impactos irreversíveis e asseguraria a preservação de grande parte da biodiversidade presente nesses locais.

Professores e especialistas de universidades federais no Rio Grande do Norte, de Pernambuco, de São Paulo, do Espírito Santo e de Santa Catarina e de órgãos de governo, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), serão os primeiros a receber orientações sobre a ferramenta. A partir desse curso, os grupos vão desenvolver cinco estudos de casos para as primeiras avaliações.

“Vamos identificar erros e, no final do ano, afinar a ferramenta e disponibilizar gratuitamente para todas as instituições e universidades”, explicou a bióloga.

A expectativa é que, no início do ano que vem, pesquisadores contem com um software que indique vulnerabilidades como a possibilidade de alteração na direção de correntes marítimas, transporte de sedimentos ou mudanças na dinâmica das praias. “O modelo tenta apresentar cenários do que alteraria uma nova estrutura nesse pedaço do litoral. Você tenta simular porque, a partir desses estudos de tendências, é possível melhorar os projetos ou criar alternativas para mitigar o impacto”, explicou.

Representantes do governo brasileiro também acreditam que, a partir dos cursos de formação no Sistema de Modelagem Costeira (SMC), novos especialistas se formem no país. A análise desse tipo de impacto depende, hoje, de consultorias caras. “Temos poucos engenheiros de costa no Brasil. E você pode ter problemas imensos com essas obras e muitas vezes não tem capacidade técnica para fazer projetos que consideram todas as dinâmicas envolvidas, como ondas e marés”, acrescentou Márcia.



Edição: Lílian Beraldo

terça-feira, 20 de novembro de 2012

III Encontro de Engenharia Agrícola e Ambiental


via e-mail (íntegra)

Prezado (a) Sr.(a),

É com prazer que o convidamos para o III Encontro de Engenharia Agrícola e Ambiental que realizar-se-á de 03 a 06 de dezembro de 2012, no CEAGRI II - Universidade Federal Rural de Pernambuco em Recife - PE, situado na Av. Dom Manoel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos. E para facilitar sua participação, compilamos alguns detalhes importantes do evento no cartaz que segue.




A Comissão Organizadora está enviando seus melhores esforços para propiciar um momento único durante o III EEAA.
Caso tenha qualquer dúvida, estamos à disposição através do telefone (81) 97085350 (falar com Diogo), e-mail: 2012eaa@gmail.com e site: http://2012eeaa.wix.com/iii-eeaa

Atenciosamente,
--
Comissão Organizadora do III EEAA
Universidade Federal Rural de Pernambuco - UFRPE
Departamento de Tecnologia Rural - DTR

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Capacitação para Elaboração de Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica


fonte https://www.facebook.com/cepan.ong?ref=stream

Representantes dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe participarão da Capacitação para Elaboração de Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica, que será realizada pela ONG Grupo Ambientalista da Bahia, nos dias 22, 23 e 24 de agosto, em Recife. A capacitação será iniciada com o Seminário Planos Municipais de Mata Atlântica: Os desafios da implementação. O evento é aberto ao público, no Auditório da Secretaria de Ciência e Tecnologia e será realizado das 9 às 13h, no dia 22 de agosto de 2012.

Serviço:
O quê? Seminário Planos Municipais de Mata Atlântica: Os desafios da implementação
Onde? Auditório da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Rua Vital de Oliveira, n°32, Bairro do Recife – Recife.
Quando? Quarta – feira, dia 22, das 9 às 13h

quarta-feira, 27 de junho de 2012

XII Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia


a Sociedade Brasileira de Ecotoxicologia (ECOTOX-BRASIL) convida a todos a participar do XII Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia, que será realizado entre os dias 25 a 28 de setembro de 2012 na praia de Porto de Galinhas – PE, no centro de convenções do Hotel Armação.

Venha celebrar conosco o vigésimo aniversário de nossos congressos, e também a oficialização da nossa Sociedade Brasileira de Ecotoxicologia como um capítulo Brasileiro da Society of Environmental Toxicology and Applied Chemistry (SETAC LA).

O tema do congresso será O Desafio da Sustentabilidade. Venha enriquecer o diálogo entre pesquisadores e representantes de universidades, órgãos ambientais governamentais e da iniciativa privada, ajudando a demonstrar como a ciência produzida por todos nós pode contribuir para a solução dos desafios ambientais do nosso país.

temas


8.1. Ecotoxicologia
Bioindicadores
Biomarcadores
Ecotoxicologia Aquática de Água Doce
Ecotoxicologia Aquática Estuarina e Costeira
Ecotoxicologia Atmosférica
Ecotoxicologia Terrestre
Genotoxicidade
Mecanismos de Ação Tóxica
Toxicidade de Misturas
Desreguladores endócrinos
Ecotoxicologia de nanomateriais

8.2. Contaminação Ambiental
Agroquímicos
Técnicas de Amostragem e Análise Química
Bioacumulação e Biomagnificação
Controle de Qualidade Analítica
Esgotos Domésticos
Fármacos e Produtos de Uso Pessoal
Modelagem,Transporte,Ciclagem e Destino de Poluentes
Nanomateriais
Novas Metodologias para análises químicas ambientais
Petróleo e derivados
Poluentes Metálicos e Organometálicos
Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs)

8.3. Avaliação Ambiental e Políticas de Gerenciamento
Análise de ciclo de vida
Análise e /ou gerenciamento de risco ecológico
Avaliação Ambiental: Perspectivas Globais
Avaliações em Grande Escala (Bacia Hidrográfica, Regional)
Biomonitoramento
Biorremediação
Educação Ambiental
Estudo de Casos de Tomadores de Decisão Ambiental
Legislação da Qualidade de Águas
Legislação da Qualidade de Sedimentos e Material a ser Dragado



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